Aprofundando no assunto "Violência".

Peguei um post meu em no fórum da CDJ (que está na barra lateral, inclusive), e estou transpondo-o do ponto onde parou e dando continuidade a ele... O Adm local o considerou longo demais, e concordei.

Portanto, transfiro-o para cá, onde creio, será um ambiente melhor... A quem quiser discutir a respeito do tema, sinta-se livre. Se for pra dizer que o post está longo, melhor não comentar... Indico para vocês: http://www.fotolog.com, provavelmente os textos desse site serão de melhor gosto a quem não gosta de caracteres demais.

Origem da discussão: Fórum Casa Dos Jogos.




Vou começar citando a CONSTITUIÇÃO.

XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;

Bem grande, espero que tenham lido, serve de início pra argumentação, antes que os demagogos de plantão que dizem que "todo favelado é santo" apareçam.

Primeiro umas definições:
1º Não existe favelado que não seja bandido.
Todos eles cometem alguma espécie de delito, seja ele contra o patrimônio público ou encaixado no trecho acima. Seja porque a sua moradia não seja 100% legalizada ou mesmo porque assiste sua net-gato, ou mesmo porque dá calote em ônibus (isso também é crime, independentemente de qualquer justificativa, e no final das contas o motorista paga pelo calote junto com o cobrador).

2º O que digo se aplica ao Rio de Janeiro, não a outros estados.
Sou a favor de uma mesma idéia defendida pelo nosso atual Governador e por outros, inclusive o de São Paulo, que é: Independência REAL dos estados no que diz respeito a Justiça, nos moldes dos EUA, onde cada estado é uma espécie de país a parte no que diz respeito a criminalidade.

3º Escrevo seco e mau, maligno mesmo
Você vai ler coisas que vai julgar assombrosas e a primeira vista vai me considerar o cão chupando manga. Mas depois que você anda pelas ruas e literalmente chuta cabeças no chão, para de ver a vida com bons olhos e, principalmente, bandidos. Sim, já quase biquei a cabeça de uma "queima de arquivo", no Andaraí por volta de 2000 +/-... Não tinha visto e se não me avisassem teria jogado um futebol macabro.

4º Não se vende Crack no Rio de Janeiro como se vende em São Paulo
Simples, crack é uma droga ruim. Vicia rápido e mata rápido. Exige do viciado um poder aquisitivo que aqui no Rio é menor que em Sampa, onde há muito dinheiro e muito mais pessoas dispostas a essa modalidade de "barato". São poucos viciados que podem pagar o preço no Rio e durar tempo o suficiente pra disseminar o vício. As drogas padrão daqui do Rio são maconha e cocaína, e agora estamos partindo direto pras sintéticas, como o Ecstasy, utilizadas mais em Raves.

5º Favela é uma coisa, mendigo é outra, morador de barraco é outra ainda.
Não confundam favela nos moldes atuais com suas formações iniciais (amontoado de barracos de papelão). São coisas distintas. Em favelas as casas em geral tem alguma espécie de acabamento (são feitas de tijolo e têm telhado, aliás, laje), ali moram famílias grandes, sim, mas em geral todos trabalham nos arredores e não passam fome. Os que por ventura passem fome acabam na rua como mendigos, pois favelado paga contas a uma entidade superior, o chefe da boca ou da comunidade. E se não pagam são despejados e o barraco é alugado pra outra família que tenha como pagar o que pedem. Em suma, favelado não passa fome, já queimou essa etapa gerações anteriores ou vai queimar essa etapa. Geralmente quando estão no desespero os filhos viram soldados do tráfico e a fome acaba enquanto o filho viver (de um a dois anos).

6º Falta de educação e de emprego é causa da violência
Mentira eleitoreira. Mentira da brava. Causa de violência é falta de educação dos pais, do lar. Conheço gente miserável e vi que dignidade é algo que se aprende em casa, não na escola. Na escola geralmente se aprende a fazer coisa errada, a ler, a escrever e a somar. Não necessariamente na mesma ordem. Há uma idéia errada, evidentemente comunista, de que a função do estado é EDUCAR. Mentira, a função do estado é ENSINAR. Educação se obtém em casa. É obrigação da sua mãe e do teu pai (ou de quem te cuide) ensinar o certo e o errado, mesmo que somente fique cinco minutos com você. Jogar essa responsabilidade na mão de educadores que tem que lidar com pelo menos 15 criaturinhas tão irritantes quanto você é no mínimo imbecíl. Se seus pais que são 2 (ou mais, se contar parentes) contra 1 não conseguirão, não será uma professora de creche que vai conseguir.
Emprego também. Se você aprendeu a ter dignidade na infância, vai aprender a catar latinha pra arrumar um trocado, a procurar uma árvore pra podar. Algo do tipo. Se nunca teve nenhuma noção de valores pra entender que é errado roubar, mesmo sendo obviamente mais fácil, então a função do estado é te convencer do contrário através do medo. Se você não vai deixar de roubar porque não tem noção de que é errado, vai desistir se tiver a certeza de que se fizer será exemplarmente punido. A impunidade deturpa mais que falta de emprego. Roubar não é opção... Não deveria ser. Deveria ser "trabalhar ou estudar", não aceitar que se a pessoa não trabalha de alguma forma tenha como opção "Roubar" é no mínimo aceitar que se pessoa X não consegue namorar porque nunca aprendeu a conquistar pode estuprar, conseguir a força. É o MESMO pensamento.
Um detalhe curioso: os chefes do tráfico geralmente são estudados. Beira Mar era elogiado na escola.

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O Estado de violência em que se encontra o Rio de Janeiro é resultado de uma política desastrosa que predura por anos aqui dissimulada pelo falecido Leonel Brizola onde influenciado por sabe-se deus que capeta, ordenou que as polícias não poderiam mais entrar nas favelas... E isso quando a coisa ainda era quase desconhecida. Sob o natural e corriqueiro mote de "ocupar a favela com educação."... A balela que elege muitos e que estranhamente não funciona em nossa realidade.

Com isso os ricos daqui subiram o morro e financiaram os traficantes. Com o dinheiro, e necessidade de ampliar negócios lucrativos, foi necessário formar bases sólidas. Que a príncipio os traficantes exerciam sobre os favelados em uma relação de fidelidade onde o chefe do tráfico fornecia a dignidade que o Estado não dava. O bandido então passou a ser tratado como herói por seus semelhantes. Era gente como eles, da comunidade que dava remédio aos doentes e comida aos famintos. Em troca apenas queria vender seu bagulho em paz.

Mas como toda instituição, uma dia a casa cai. E em uma sociedade forjada no crime e na ilegalidade começou a existir dissidências em torno do dinheiro. Com isso, começaram as primeiras guerras. E nessas guerras a cabeça dos traficantes mudou de enfoque, ao invés de simplesmente ajudar as pessoas, passaram a exigir em troca serviços. "Se você quer o remédio do seu filho, manda ele fazer isso pra mim...", e em pouco tempo essa troca de favores era transformada em quase uma obrigação civil. A lei do silêncio ainda impera, se você denuncia, você morre. Simples assim, que nem um "Pou!".

Chegamos então ao final dos anos 90, onde os traficantes da velha guarda (que defendiam a intereção com a comunidade, não o domínio dela) foram substituídos a bala e vítimas de sua "bondade". Pois o mesmo povo que ajudou, formou os bandidos que os mataram e esse mesmo povo os abandonou. Agora a nova face do bandido é voltada na arte do Terror. Eles intimidam as comunidades, matam aqueles que discordam e obrigam a realizar seus serviços qualquer pessoa que seja capaz. Se eles sabem que você tem computador em casa com internet e precisam vender bagulho online, ou você faz o que mandam ou foge antes que morra. Se for parente de polícia ou entrega ele pra morrer, ou morre junto. Se for polícia morre no microondas. Se for da imprensa ou publica matéria a favor ou vai sofrer a pena pela lei deles. A sentença geralmente é vai a morte até a sovas onde sobrevive se conseguir agüentar.

É uma corja que tomou conta dos morros, criada pelos próprios morros e que por causa de um sistema penal ineficiente cercado de políticos corruptos acaba sempre voltando anos depois. Corja essa criada pelo sistema, o mesmo que cria coisas absurdas como:
1- Aprovação automática dos reprovados.
Não precisamos mais estudar, basta bater ponto e ir embora. O professor não pode nem mesmo avaliar seus alunos mais. Bom pra unesco que recebe "dipromas". Ruim pro país que recebe idiotas.

2- Enfia um sistema de cotas para alunos formados no modelo acima.
Os MESMOS imbecis que se formaram sem terem formação - alguns sequer sem saber escrever o nome, ou mesmo lê-lo, vão entrar nas faculdades sejam favorecidos pela cor ou pela formação. Adeus mérito, olá demérito.

3- Taxação de pelo menos 27,5% de tudo que se produz legalmente.
Se você ganhar 1 milhão, deve dar sempre no MÍNIMO, 27,5% de tudo que ganhou para o fisco.

4- Corrupção.
De que adianta querer punir quem mora na favela se quem mora no asfalto e no planalto nunca é preso? Alguém acredita realmente que Maluf um dia pagará pelo que fez? Sérgio Naya? João Alves? Fernando Collor? Garotinho? Eurico Miranda? Não há como fazer isso em um país onde o judiciário se iguala a nosso congresso, julgando apenas o que convém ou que vai dar mais ibope no Jornal Nacional.

5- Povo desinteressado e desunido.
O povo só se une pra coisa inútil. Diego Alemão foi sagrado campeão do Big Brother com pelo menos 150 milhões de votos, somados os dias de votação (isso porque estou contando no achômetro, provavelmente foi muito mais). Todo mundo sabe quem ele é, o que faz, se está ou não com a Siri. Agora, pergunta se sabem em quem votaram, aliás, se sabem o que a pessoa que votaram fez ontem? Olha a votação do Cristo pra maravilha do mundo... Menos votos, correndo o risco de sair da votação sem sequer ser indicada pra 10ª... E com menos votos que o Diego Alemão.

6- Direitos humanos não protegem os Humanos Direitos.
Se um bandido invade sua casa e estupra todos na sua casa, até o papagaio, e é preso, ele vai ser julgado em dois anos. Se for réu primário pode alegar insanidade e com Habeas Corpus sai da cadeia pra ser julgado em liberdade. Se for filho de juiz ou político conseguirá. Não irá UMA representante sequer de algum movimento ou ONG de direitos humanos na sua casa, a não ser que alguém comente na imprensa sobre isso, daí irá o Viva Rio.
Agora, se quando esse bandido invadir sua casa você estourar os miolos dele a cadeiradas... VOCÊ É UM MONSTRO! COITADO DO BANDIDO! UM POBRE QUE NUNCA TEVE ESTUDOS NEM OPORTUNIDADES... e por aí vai, conhecemos a cartilha do bandido coitado muito bem. Isso leva direto ao 7, pois ambos parecem ser iguais...


7- Quando a polícia ocupa os morros, rapidamente pelo menos 3 jornais (ou mais) Publicam matérias com tragédias envolvendo moradores dessas favelas.
A mira de policiais é muito ruim mesmo... Treinam durante um ano (no curso inicial), fazem aulas de tiro e incursão, são obrigados a subir morro sem colete, revisam anualmente o treinamento e tem acompanhamento psicológico... E invadem morros com a quantidade de balas geralmente contada e de calibres inferiores aos dos traficantes (e portanto, não podem atirar muito) e sempre aparece um morador atingido por FUZIL...
E o mais impressionante! Traficantes, em geral drogados, que nunca fizeram um curso sequer (exceto quando ex-pqds dão aula, mas pqd não é instrutor de tiro...), NUNCA ERRAM UM TIRO. Eles sempre atingem ou policiais ou parede. A coisa ficou tão ridícula que os jornais já até publicaram que nessa "invasão da polícia" que teve nos últimos dias os próprios traficantes atiraram nos moradores e os obrigaram a culpar a polícia pra conseguirem que as ONGs cancelassem a operação... Lindo, não?




"Ótimo, Sr Dragus, você apresentou os problemas... E as soluções? Você só vê problemas... É que nem os radicais de plantão!"

Soluções? Ei-las...

A curto prazo:

Primeiro: Liberar na lei a autorização da polícia de criar sua elite de sniper (nossa legislação não permite o uso de armas de precisão, sei lá porque). Treinar todo o efetivo de operações especiais nesse quesito (Bope, Core e Federal).

Segundo: Descobrir quem são os líderes das bocas dos morros e colocar os dados em fotos entregues a cada um dos snipers. E treiná-los.

Terceiro: Declarar Estado de Guerra Civil nas áreas controlas pelas facções criminosas, declarar as mesmas como organizações terroristas e pedir ajuda de tropas internacionais se for preciso.

Quarto: Depois, ocupar um morro. Ocupar mesmo, colocar a PM nas entradas do morro e mandar todo mundo descer. Quem descer se investiga se tem ficha limpa ou não, quem ficar morre. Simples assim. Se dá vinte e quatro horas pra desocupação total do morro. Quem ficar nele vai morrer, não importam direitos humanos ou qualquer outra coisa. Obviamente os traficantes irão pegar o povo de refém.
Terceiro: Sabendo que os traficantes obviamente vão utilizar escudos humanos, mandar os snipers agirem. Se matarem os líderes das revoltas, a revolta termina. Prendam os menores e execute os subalternos dos chefes pra evitar reorganização.

Quinto: Realocar os moradores em suas residências. Transformar as bocas de fumo em escolas padrão, com professores dignos e que sejam estimulados a lecionar. Colocar oficinas e ocupar o local com o Estado. Depois investir na infra-estrutura da favela.

Sexto: Fechar as entradas do estado. Não vai adiantar nada limpar tudo se continuarem vindo retirantes. Fiscalizar de modo ostensivo e impedir a formação de novas favelas.

Sétimo: Repetir os procedimentos até que todos os morros estejam filtrados.

Obviamente, para algo assim acontecer PRIMEIRO, o estado deveria ser independente. Depois uma devassa nas ONGs procurando por brechas nelas, como ligações com bandidos e outras. E muita, mas muita inteligência. Numa guerra não se mata os soldados rivais, anulam-se os alvos. Os soldados estão apenas nos alvos. E vítimas eventuais.

(Aqui termina a parte referente ao que foi postado na Casa dos Jogos...)

Uma coisa que seria interessante fazer durante esse processo seria legalizar as drogas. Todas. Isso faria um buraco tão grande nas finanças do tráfico que eles teriam problema de gerir tamanho rombo que isso causaria no arsenal deles (sem contar nos ganhos pessoais de todos). Obviamente começariam a se matar pra manter quadrilhas de assalto, e como existem menos bancos que bocas-de-fumo, provavelmente acabariam por se matar em disputa de pontos de assalto. Bastaria apenas a polícia investir em ivestigação pra prender as quadrilhas que estivessem armando...

Opa, esbarrei em um problema. Ao que me consta, e corrijam-se se estiver errado, no Brasil NÃO É CRIME PLANEJAR. Ou seja, eu posso colocar aqui um plano de destruição em massa utilizando apenas coisas simples (como detergentes... só preciso de um químico pra me ajudar), comprar todo o material necessário, e somente posso ser preso quando executar o ato, antes disso não. Por serem produtos inofensivos, com um bom advogado posso alegar qualquer coisa que escapo, a não ser que faça algo... Aí dependeria de Habeas Corpus, mas se fosse vereador quando fizesse isso, seria intocável \o/!

Concluindo, de vez, para resolver o problema da violência só começando do zero no âmbito político e, conseqüentemente, legal (nossa corja atual ganha votos apenas com as promessas de combate ao crime, então porque combatê-lo? Pra acabar com o estoque de promessas?) Não creio que a Justiça não queria dar cabo da criminalidade (existem bons juízes, advogados, promotores... aos montes, ilhas de pureza num oceano de podridão), mas de que adianta prender se existe lei pra soltar? Brechas?

E de que adianta querer isso, se como disse acima, estamos mais interessados no que saiu na seção de fofocas do jornal do que em vigiar nossos votos? É difícil, pra não dizer, impossível, melhorar algo em nossa democracia se continuarmos desse jeito... Por isso que digo que nosso modelo democrático falhou. Só me resta torcer para que tenhamos um bom ditador, que arrume tudo... Pois se formos esperar mobilização da sociedade o máximo que teremos serão protestos vazios de prática (de teoria estamos cheios) e de vez em quando uma matéria nos jornais.

Mais, se você conseguiu ler esse post inteiro do início ao fim, mesmo que discorde de mim completamente, em parte ou concorde, sinta-se diferente... Ao contrário da grande maioria absoluta, demonstrou que ao menos se interessa pelo assunto e não pelo comprimento do post.

Olha que nem citei a mídia direito nesse post...

4 comentários:

  1. "Olá, muito interessante o seu blog e o assunto que esta abordando, mas infelizmente o post é grande demais e deu preguiça de ler..."

    Já vou pondo isso, antes que algum engraçadinho venha com esse blábláblá...

    Mas realmente, é um assunto polêmico. Soluções existem várias, mas soluções práticas e que estão sendo feitas de modo correto e efetivo...

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Uma coisa reparei enquanto lia o texto pra revisar é que deixei de falar algumas coisas...

    E isso me assombrou. =/

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  4. Dragus, sou lá da CDJ, e, a seu exemplo, vou complementar aqui o meu post de lá xD...

    Acho que você poderia explorar mais o ponto da liberação de drogas, e não precisam nem ser todas, até porque, as que "incentivam" o usuário a fazer algo são potencialmente perigosas (sim, o álcool também é, eu sei, mas esse já tá liberado), agora, se o cara quer injetar morfina e ficar deitado o dia inteiro, deixa ele, mas faça-o pagar impostos sobre isso, é muito mais inteligente do que fazer ele comprar de maneira que incentive o tráfico e a violência (não acho que morfina tenha sido um bom exemplo, mas creio que você entendeu o ponto). Ao liberar-se o comércio legalizado de drogas, seriam gerados mais empregos diretos e indiretos, seria arrecadado mais impostos, que poderiam ser reinvestidos em áreas que necessitam bastante de investimentos rápidos (ou parar no bolso de algum ministro, mas sejamos otimistas). Eu não entraria nem no ponto de que isso geraria uma guerra entre os traficantes, apesar de que isso ocorreria com certeza. Mas só de você quebrar o carro-chefe da economia deles, já seria aterrador e o tráfico se desmantelaria por si só, de maneira até rápida, creio. O grande problema é que isso precisa ser feito de maneira efetiva e regulamentada. Se fosse feito assim, até mesmo o trabalho da polícia e seus riscos seriam bem menores, pois não teriam mais que subir em desvantagem numérica, de terreno ou de balas, mas sim no chão, nas áreas de movimento e etc...


    P.S.: belo post

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