FORJANDO UM GUERREIRO - BATISMO DE SANGUE

APRENDENDO A VIVER

No dia seguinte a notícia do nascimento do filho de Araia se espalhou rapidamente, mas o mais comentado não era o fato do nascimento de seu filho, mas sim a de sua inesperada morte. A morte não era algo muito comum, normalmente as pessoas só morriam em conflitos, ou em disputas, ninguém morria por doenças ou por velhice. Por isso quando alguém morria de alguma causa inexplicada, isso era considerado mal agouro, então o funeral era feito de uma forma diferente do habitual.

Normalmente os funerais dos que morriam da “única forma possível” era, feitos em forma de oferenda a algum deus, acendia-se uma pira cerimonial e o corpo da pessoa era cremado de forma ritual como oferenda ao deus que a pessoa seguia. Nos casos de mortes como a de Araia o corpo era enterrado, pois segundo a crença, quando o corpo era enterrado a alma permanecia com ele. Além do mais, as pessoas que morriam desta forma, tinham suas almas maculadas, era o que se acreditava, por isso os mortos de formas obscuras eram sempre enterrados, para que suas almas maculadas nunca encontrassem os deuses e não os irritassem.

O enterro de Araia foi feito com a presença de poucas pessoas, seus pais levaram o pequeno Ignus junto, que olhava a tudo com grande atenção, como se entendesse o significado de tudo. Os pais de Araia pessoalmente enterraram o corpo da filha que estava envolto em um manto vermelho, indicando o sinal da macula de sua alma. Não houve choro, não houve lamento, muito menos raiva, apenas o vazio que tomava conta deles de uma forma como nunca sentiram antes.

O tempo foi passando a família de Araia se viu com um novo problema, como cuidar do pequeno Ignus? O fato do nascimento do menino ter custado a vida de sua filha, não foi muito bem aceito por eles, ao pequeno Ignus sobrou apenas o rancor de sua família, que cuidava dele com o mínimo de zelo possível.

Sempre que tinha fome, como qualquer bebê, Ignus chorava, mas só era alimentado, quando seus avós já estavam fartos de ouvir o choro da criança. Brincar não era uma coisa que lhe era comum, para o pequeno Ignus, brincadeiras e diversões eram luxos pouquíssimas vezes conseguidos e a muito custo.

E foi neste ambiente hostil, sem nenhuma base sólida, sem carinho, sem nenhum tipo de cuidado, sem nenhuma demonstração de sentimento fraternal, que o pequeno Ignus foi crescendo. Seus primeiros passos e suas primeiras palavras foram recebidos com muita desaprovação e repulsa, cada nova descoberta e façanha do pobre Ignus eram esnobadas e sempre recebidas com alguma zombaria ou com algum xingamento: “então quer dizer que esse demoniozinho além de andar, agora também fala?” Era o que dizia Tronix, sempre que via seu neto tentando falar com ele.

Logo com quatro anos, Tronix obrigava seu neto a ir aos campos para ajudá-lo a trabalhar, pois se ele queria viver em sua casa, teria que ajudar o mais que pudesse, era o que dizia sempre. Ignus não tinha o direito de reclamar de absolutamente nada, isso ele aprendeu bem rápido. Na primeira vez que reclamou do peso do fardo que carregava, Tronix o surrou até que desmaiasse. Nos momentos que tinha livre, Ignus tentava se aproximar das outras crianças, mas todas o rejeitavam, pois diziam que seus pais os haviam proibido de se aproximar da “criança maldita” como ficou conhecido. Pois além do mal agouro que rondou o seu nascimento, “criança maldita” era o significado de seu nome. Segundo um dos anciões do vilarejo, “Ignus” poderia significar muitas coisas como: ser maligno, fruto maculado, semente do mal, ou até mesmo guerreiro implacável, mas com certeza não foi era a intenção de Araia nomear seu filho como “guerreiro implacável”, já que por ele, ela só nutria ódio e repulsa.

Quando tinha sete anos, era impossível negar que Ignus era filho de Araia, herdara a beleza da mãe, todos por mais que não gostassem muito dele, tinham que admitir que para uma criança, era muito belo. Seu cabelo mostrava o mesmo tom azulado que o de sua mãe, que por sua vez havia herdado este peculiar traço de Tronix. Havia crescido mais rápido que qualquer criança de sua idade, mesmo mal alimentado e mal tratado, tinha uma constituição física muito grande, parecendo sempre mais velho do que realmente era.

Mesmo ajudando seus avós com os trabalhos no campo, as coisas estavam ficando difíceis, por mais que fosse uma criança forte e grande demais para a sua idade, parecendo ter uns quatro anos a mais, a ajuda de Ignus nunca era suficiente e particularmente Tronix fazia questão de evidenciar isso, sempre com uma surra.


Um dia em pleno trabalho Ignus estava faminto, mas seu avô proibiu de beber água, disse que só pararia quando fosse na hora em que todos parassem, a fome começou a atacá-lo, pois estava de jejum e faziam cinco horas que estava acordado. O cansaço do garoto era evidente e em poucos minutos ele tombou, todos olharam preocupados, menos Tronix, que foi tomado pela raiva, pois além de para o seu trabalho, anda tinha que socorrer o garoto. Depois de beber água, e comer um pedaço de pão, o garoto se sentiu um pouco melhor.

– Por que o senhor sempre me trata assim? – Perguntou o pequeno Ignus.

– Por que? Culpe a si mesmo por isso, só lhe dou o que merece. – respondeu secamente.

– Mas o que fiz para merecer tantos castigos?

– Seu nascimento custou a vida de minha filha.

– O senhor nunca falou nada sobre minha mãe, nem sobre meu pai.

– Sua mãe era a melhor filha que alguém poderia ter, era linda, estava sempre disposta a ajudar.

– E meu pai? Como ela era?

– Seu pai? Foi um maldito que desgraçou minha filha, se existe um culpado por tudo que aconteceu, esse culpado é ele.

– Então por que não culpa a ele pelo que fez? – Questionou o menino revoltado.

– Porque você também é culpado! – Vociferou Tronix para o menino – Por sua causa minha filha morreu! Se você não tivesse nascido ela ainda estaria aqui.

– Eu não pedi para nascer! – Gritou o garoto repleto de ódio.

– Se quer culpar alguém por sua desgraça, culpe seu pai por isso, se não fosse por ele, você nunca existiria. – Disse após dar um tapa no rosto do garoto.


Essas palavras martelavam a cabeça do pobre Ignus todos os dias, ele insistia para seu avô para que lhe falasse sobre seu pai, mas Tronix sempre recusava e surrava o garoto. Ignus começou a cultivar um ódio incomensurável por uma pessoa que sequer conhecia, mas sabia que um dia iria conhecer seu pai e cobraria dele uma explicação.


Um dia depois de trabalho, Ignus se recusou a voltar para casa, foi visitar o túmulo de sua mãe pela primeira vez. Era um dia frio, ventava muito próximo ao pequeno cemitério. O túmulo de Araia era o vigésimo terceiro túmulo que fora feito, nele apenas uma pedra com o nome dela, servia de lápide para identificar quem lá jazia pela eternidade.


O túmulo de Araia


– Mãe... Por que você teve que morrer? – Perguntou Ignus a ninguém, tocando a pedra com o nome de sua mãe. – Você me odiava tanto assim? Meu avô me disse que você não me queria... – lágrimas começaram a surgir – Ele disse que você tentou de todas as formas, impedir que eu nascesse... Por que? Acho que era para eu não sofrer tanto, não é? Você sabia que eu sofreria, por isso não quis que nascesse... Não se preocupe mãe, um dia eu vou mudar isso, eu te prometo que quem fez isso a gente vai pagar, eu vou me vingar, mas não pela senhora... Vou me vingar por mim. Por causa dele, de meu pai.. Ele é o verdadeiro culpado, meu avô me contou. Eu vou fazer com que ele se arrependa de ter feito isso com a gente... Ele vai...


Ignus chorou, e teve raiva disso, muita raiva, não gostava de chorar. Chorar era sinal de fraqueza e ele não era fraco, não poderia ser, não deveria ser. Uma vez Tronix o viu chorar e ordenou que parasse, disse que chorar era sinal de fraqueza, que só os fracos choravam e deu mais uma surra no garoto. Mais uma das inúmeras surras que Ignus sempre levava, seja por qualquer que fosse o motivo, ele já estava ficando farto disso, de apanhar sem motivo.

Desde o dia em que decidiu que iria fazer de tudo o possível para se vingar de seu pai, que para ele era o culpado de todo o mal que lhe acontecia, Ignus mudou, passou a trabalhar com mais empenho, se esforçava mais sempre, “bom” dizia Tronix, “pois assim vai deixar de ser um bebê chorão”. Ignus trabalhava com bastante afinco, como era maior e mais forte que os garotos de sua idade, muitos juravam que ele já era quase um adolescente, ainda mais pelo ritmo em que começou a trabalhar.

Mas isso não foi o suficiente para que as surras parassem muito menos diminuíssem, pois Tronix quando não encontrava nenhum motivo para justificar a raiva que sentia do garoto, explicava que fazia isso par que ele se tornasse um homem forte, não uma criança eternamente manhosa. Ignus passou a não dar mais importância a isso, ele começou a se acostumar com a constante agressão, começou a não sentir mais dor, transformava a dor que sentia em raiva e descarregava a raiva trabalhando, ou socando alguma árvore.

Certa vez depois de ajudar o avô, foi para uma colina próxima, onde muitas crianças iam brincar. Não havia muitas crianças naquele dia, apenas um pequeno grupo de quatro garotos. Eles eram mais velhos que Ignus, tinham por volta de dez a doze anos de idade, sempre implicavam com ele por causa das estórias que contavam e também por ele ser mais novo. Por muitas vezes eles bateram em Ignus, mas ele nunca conseguiu reagir, pois sempre estava só, depois quando chegava em casa, levava outra surra de seu avô, por ter se metido em confusão e por ter apanhado.

Ignus ficou sentado numa pedra, quieto brincando com grama distraidamente. Os garotos não demoraram a notar a presença da “criança maldita” e resolveram se divertir à custa dele, mais uma vez.

– Oi Ignus, o que está fazendo aqui sozinho? – Perguntou o maior.

– Nada. – Respondeu secamente sem levantar o rosto.

– Quer brincar com a gente?

– Não.

– Por que não? Venha vai ser divertido!

– Prefiro ficar aqui.

– Mas nós queremos nos divertir com você.

Ignus notou que os garotos haviam feito um circulo a volta dele, mas fingiu não notar, apenas levantou devagar o rosto e olhou fundo nos olhos do garoto mais velho, que havia falado com ele. O garoto retribuiu o olhar com uma alegria insana, mas o olhar de Ignus era inexpressivo, completamente vazio. O Garoto se irritou com o olhar de Ignus e empurrou-o com força no chão, os outros garotos riram e fecharam o circulo. Ele levantou e olhou de volta para o garoto, só que agora seu olhar era o olhar de um caçador que acabara de vislumbrar sua presa.

– Não me olhe desse jeito! – Berrou o garoto dando um soco no rosto de Ignus.

Ignus evitou o golpe, afastando-se para o lado, logo em seguida o garoto deu outro golpe, mas Ignus desta vez não conseguiu se esquivar, pois os que estavam atrás dele o seguraram pelos braços e pelo corpo. O golpe atingiu em cheio o rosto de Ignus, fazendo um pequeno corte em sua boca, que imediatamente começou a sangrar. Ele lutou e conseguiu se soltar, antes que o próximo golpe viesse. Assim que se libertou agarrou o garoto que lhe dera o golpe e jogou-o no chão com grande violência, subiu em cima dele e começou a esmurrar-lhe o rosto com grande fúria. A cena foi tão rápida que os outros garotos sequer tiveram tempo de reagir, quando perceberam o que estava acontecendo, viram o rosto do amigo ser massacrado sem piedade por Ignus. Eles logo se atiraram em cima dele para tentar tirá-lo de cima do amigo, mas Ignus era forte e resistiu bravamente, o garoto no chão estava completamente desacordado, devido a força dos golpes, seu rosto estava completamente marcado e inchado e ele sangrava muito pela boa e nariz.


Após algum tempo tentando em vão, eles finalmente tiraram Ignus de cima do amigo, mas quando se levantaram e tentaram chutá-lo, viram que Ignus já estava de pé e derrubava mais dois garotos. Um deles foi derrubado com um chute na virilha o outro foi jogado contra a pedra, mas por sorte caiu de barriga e apenas ficou sem ar e com muitas dores. Um dos garotos, apavorado, decidiu correr e buscar ajuda o mais depressa que podia.


Poucos minutos depois alguns adultos vieram acompanhando o garoto, que disse ter sido atacado pela “criança maldita”, inclusive Tronix estava presente. Quando chegaram, viram três dos cinco meninos que haviam ficado jogados no chão, contorcendo de dor e chorando muito, um ainda estava desacordado e outro estava sendo surrado por Ignus a socos e ponta pés.


Rapidamente eles foram ao auxilio do menino que apanhava, mas Ignus estava tomado por uma fúria tamanha, que foi impossível um só conseguir dominá-lo, outros dois vieram ajudá-lo a prender o garoto que lutava bravamente e demonstrava ter uma força fora do comum para alguém de sua idade. Só então com muito esforço, os três homens conseguiram segurar Ignus. Assim que tudo parou perguntaram o que havia ocorrido, Ignus disse que os garotos começaram a perturbá-lo e tentaram bater nele, que prontamente reagiu. Mas os outros garotos deram uma versão diferente, disseram que foram eles que haviam sido atacados por Ignus, versão essa que foi a aceita por todos, para indignação de Ignus. Pesou também o fato de a maioria dizer algo contra ele, além do fato de ele próprio não ser muito bem visto pelos aldeões. Tronix obviamente ficou furioso com o fato de o neto ter se envolvido em uma confusão de tão grande, já que os respectivos parentes das crianças agredidas cobravam-lhe uma atitude mais rígida para punir o seu neto. Ignus levou mais uma surra, mas desta vez sobre protesto de não estava mentindo e que não merecia o castigo, até mesmo Tronix sabia que o garoto falava a verdade, mas perante a cobrança de todos e a vergonha que sentia, decidiu punir o garoto ali, na frente de todos.


Mesmo Ignus tendo começado a ajudar um pouco mais nos afazeres diários, as coisas não melhoraram muito, as contas estavam cada vez mais apertadas, faltava dinheiro para tudo, as vezes mal davam para comprar algo depois de pagar os impostos. Ignus era um menino esforçado, trabalhava bastante, até mesmo para alguém da sua pouca idade, vinha se mostrando muito prestativo ultimamente, mas por mais que ele ajudasse as coisas só estavam piorando.


Tronix e sua esposa venderam algumas coisas, na esperança de que isso viesse a ajudar, mas o esforço de nada valeu. Os serviços que sempre faziam, pareciam não render mais o mesmo que sempre rendiam, as contas estavam corretas. Não sabiam mais o que fazer, algo tinha que ser feito, pois caso contrário, não teriam nem o que comer. Não podiam nem pensar em ficar sem pagar os impostos, pois isso seria pior que uma sentença de morte.

– Ignus, venha aqui! – Chamou Tronix que estava acompanhado de um senhor da mesma altura que ele e com cara de impaciência. – Este aqui é o Sr. Gal, ele quer vê-lo.


Ignus veio o mais depressa que pode, viu o estranho homem que acompanhava seu avô olhar diretamente para ele com grande interesse. Gal era nitidamente mais velho que Tronix, era careca e tinha boa constituição física. Gal olhou Ignus bem atentamente de cima a baixo, olhou em volta do garoto, examinou seus cabelos, abriu-lhe a boca para verificar seus dentes, tudo isso sem a menor sutileza. Era um menino forte para a pouca idade que tinha, saudável e sem nenhum problema aparente.

– Quantos anos tem garoto? – Perguntou Gal com asperamente.

– Sete Sr., mas farei oito em poucos dias.

– Como lhe disse Sr. Gal, é um menino saudável, prestativo, não é preguiçoso e não tem nenhuma doença. – Gabou-se Tronix.

– Isso deu para ver, os dentes são perfeitos, o cabelo, embora um pouco comprido, tem poucos piolhos, além do mais parece ser mais velho do que aparenta. E quanto à comida? É de comer muito?

– Não Sr., ele como pouco e como de tudo um pouco, é um bom menino.


Tronix pediu para que o neto fosse para casa um pouco, pois tinha que conversar em particular com Gal. Ignus se afastou desconfiado, sentou próximo a porta de casa e observou os dois atentamente. Eles conversaram durante alguns bons minutos, até que Gal foi até uma carroça que estava não muito distante deles, depois retornou com uma bolsa de tamanho médio que fazia muito barulho, Ignus presumiu que fossem moedas, mas não teve certeza.


Tronix conferiu o conteúdo da bolsa com muito entusiasmo, Ignus nunca havia visto o avô em tamanho êxtase como o desse dia, até o garoto mesmo se animou. Após um pouco mais de conversa, Tronix chamou Ignus novamente, que se dirigiu em direção aos homens com calma.

– Vamos logo garoto, não temos o dia todo, ainda tenho que ir em mais outros três vilarejos, faremos uma longo viagem. - Apressou Gal.

– Viagem? Do que ele esta falando avô? – Questionou Ignus sem entender ao que Gal se referia.

– Você terá que ir com o Sr. Gal, Ignus. Ele vai te levar para uma nova casa. – Disse Tronix em fingido tom apaziguador.

– Nova casa? Não vamos mais morar aqui?

– Você não vai mais morar aqui garoto, agora ande, vamos logo. – Respondeu Gal puxando o garoto com força pelo braço em direção a carroça.


Ignus protestou muito, lutou para se desvencilhar do aperto violento de Gal, mas fora tudo em vão. Ela foi jogado na parte de trás da carroça e teve os braços e as pernas amarrados, para que não fugisse, segundo a explicação d Gal, que logo em seguida assumia as rédeas e partia da vila com rapidez.


Tronix contava com grande alegria as moedas, isso iria lhe garantir no mínimo uns três meses de impostos, mais do que havia imaginado. Sua esposa viu o saco de moedas em sua mão e perguntou como ele tinha conseguido tanto dinheiro e onde estava Ignus. A explicação foi simples, direta e seca... Ignus fora vendido.

10 comentários:

  1. oi gente boa,
    Prrimeiro paabéns pelo farto universo imaginário que você tem. Prende-nos a atenção do início ao fim. Gosaria que conhecesse o Celeiro de escritores que tem revelado bons e novos escritores para o mercado. www.celeirodeescritores.org
    Se voc~e se interessar, favor fazer contato. Eu publico com eles já há algum tempo. É fácil e muito acessível. Visite a página e me retorne no e-mail...brunoteenager@gmail.com.
    Bom início de semana!

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  2. Cara você tem uma imagnação fértil..rsr..Deus eh mais!!!..Otima semana meu caro!!

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  3. Carais... q imaginação. E que post! E eu pensando que não conseguiria terminar de ler.

    Valeu, boy!

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  4. Achei a sua página numa comunidade de divulgação de blogs.
    Parabéns pelo excelente conto!
    Me inquietou do início ao fim, me deixou querendo saber o que aconteceria depois, como isso poderia refletir na personalidade do Ignus amadurecido e também me instigou o real motivo pelo qual sua mãe evitava seu nascimento.
    Sensacional!

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  5. Gostei muito do conto, meu velho.

    Só falta depois os avós de Ignus descobrirem que as moedas eram todas falsas... Aí sim seria perfeito!

    E somente uma xícara de chá conseguiria acalmar a todos. =D

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  6. Muito bom texto. Boa narrativa e desenvolvimento. Além de uma estória intrugante. Me amarrei.

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  7. Muito boa história...
    Parabéns pelo blog! Gostei muito!

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  8. Como sempre seu texto é perfeito.Parabéns mesmo.
    E voltarei no próximo post

    abs: L.Sakssida

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  9. Olá!!

    O seu conto está maravilhoso, mal posso esperar pelo seu próximo post.
    Bju.

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  10. Show de bola teus posts cara... Só que esse ultimo tava mó longão, mas ta bom assim!

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