FORJANDO UM GUERREIRO - BATISMO DE FOGO

CÉU CARMESIM


A natureza sempre nos revela belos espetáculos, sempre únicos, sempre inigualáveis, pois nunca há uma amanhecer igual a outro, nunca haverá uma noite como a anterior, o entardecer pode ser breve, mas sempre inesquecível. Contemplar o horizonte e ver quão magnífico e único esplendor mostrado sempre de forma magnânima, milimetricamente orquestrado por um habilidoso e oculto maestro, regendo sempre a mesma melodia, mas de forma tal que sempre se mostra de outra forma.

E assim foi aquele entardecer de outono, quando o céu límpido se encheu da estonteante luz do entardecer, os últimos raios emanados por Kioran, cortavam as poucas e esparsas nuvens como afiadas lâminas transpassando algo. Mas ao invés dos típicos tons alaranjados, ou amarelados de sempre, o céu ficou escarlate. Kioran que se ocultava atrás de uma montanha estava rubro, como um rosto enfurecido, disparando afiadas lâminas para retalhar seus inimigos, lâminas que enchiam o céu com um tom jamais visto antes, como se o céu estivesse banhado em sangue.

Isso com certeza não era um bom sinal, o magnífico fenômeno maravilhou alguns, mas chocou a muitos, principalmente os que habitavam a propriedade de Lorde Izac, um nobre local, reconhecido por sua fortuna e astúcia. Todos notaram o típico azul se tornar vermelho em questão de minutos, banhando a todos com uma estranha luz escarlate, algo que eles, nem mesmo os mais velhos haviam visto.

Era algo comum ao fim do dia se ouvir a revoada de pássaros retornando aos seus ninhos, Alur gostava de ouvir a confusão causada por eles, os pios altos, o farfalhar das asas, sempre o agradava. Estava no estábulo, terminando de ajeitar uma cela, quando o agradável som mudou repentinamente. Seu ouvido já estava tão acostumado ao barulho diário, que até conseguiu distinguir um parâmetro, sabia quando os pássaros estavam apressados, ou quando estavam mais tranqüilos, desta vez estavam desesperados. Nunca ouviu a revoada se dispersar com tanta velocidade, muito menos com tanta confusão, que alguns pássaros até invadiram o estábulo. Mas seus questionamentos sobre o que havia perturbado tanto os pássaros não duraram muito, a resposta veio tão rápida quanto a revoada, tão cortante como grito, um grito de agonia.

Ao sair o estábulo, incrédulo sobre o que poderia estar ouvindo, viu os outros empregados assustados, porém atentos, quando veio o outro grito, mais alto que o anterior e mais longo. Todos logo perceberam do que se tratava, mas não sabiam de onde vieram, todos menos Alur, que foi correndo em direção ao armazém, sendo seguido logo que os outros o viram e perceberam que ele sabia de onde vieram os gritos.

O último grito veio pouco antes de conseguirem abrir as portas do armazém, que por algum motivo estavam trancadas por dentro. Quando as portas se escancararam, enchendo o interior do armazém com a rubra luz do estranho entardecer, viram a cena que os deixou ainda mais chocados: o menino Ignus coberto de sangue segurando uma faca, ajoelhado a frente do cadáver de Olaf, que tinha o peito aberto, o sangue ainda minando dele.

O menino ria satisfeito, olhava da faca ensangüentada para o cadáver de Olaf e parecia cada vez mais satisfeito, uma satisfação que nem mesmo ele sabia da onde vinha, mas que o confortava e o deixava radiante. Aquela visão chocou a todos, que engoliram o próprio espanto, suprimindo o grito de terror. O garoto como que em transe olhou para eles, seus olhos mostravam sua satisfação, eram olhos sedentos por mais, muito mais.

Logo vieram as outras crianças, que logo começaram a chorar desesperadas, correndo para se esconderem junto aos seus parentes ali presentes. A fúria de Alur superou seu espanto, fazendo o grande homem correr na direção garoto como um animal faminto. O garoto foi arrancado de seu torpor momentâneo, quando viu que estava sendo violentamente arrastado por Alur, para fora do armazém e começou a protestar e tentar se solar do forte aperto.

Percebendo que Ignus começara a lutar pela liberdade, Alur apertou-o contra seu corpo usando ambos os braços, com toda a força que tinha, sem se importar com a integridade do garoto. O abraço violento e repentino fez Ignus sentir seus ossos estalarem, sentiu que estavam prestes a se partir, mas continuou a lutar. Alur teve certa dificuldade para manter o garoto devidamente preso, ele era muito mais forte do que supunha, mesmo sendo mais alto que os da sua idade, era impressionante a força e o vigor que demonstrava.

Os protestos e as insistentes tentativas para se soltar, não foram suficiente para que Alur levasse o garoto para ser castigado. Ele pediu ajuda dos outros empregados para poder amarrar o garoto, que resistiu bravamente, mas não conseguiu evitar que o amarrassem. Seus braços foram erguidos, suas pernas separadas amarrados com uma corda grossa e com um nó bem apertado.

- Por que está fazendo isso comigo? - Protestou Ignus.
- Ainda pergunta moleque! - Vociferou Alur - Você matou o pobre do Olaf! Não acha motivo suficiente para ser castigado?
- Ele tentou...
- Cale-se! - interrompeu Alur com um berro - Não adianta tentar se explicar garoto, nós vimos tudo!

Sacando um chicote que sempre carregava as costas, Alur se posicionou atrás do menino e desferiu a primeira chicotada. O golpe foi perfeito, rasgando a camisa e as costas de menino, fazendo-lhe sangrar e gritar de dor. As outras crianças rapidamente cercaram Alur tentando impedir que ele desse o próximo golpe, pois todas sabiam o que havia acontecido, já que todas haviam sido molestadas por Olaf. Com um soco e um movimento rápido do chicote que estalou no ar, Alur afastou as crianças para dar continuidade ao castigo, mas desta vez foi para frente do garoto, olhou em seus olhos, viu a fúria latente neles e desferiu o golpe seguinte, que rasgou seu peito.

A dor era intensa, mesmo as surras que havia levado do avô materno não doíam tanto. Ignus já estava acostumado, pois havia aprendido desde cedo que tinha que suportar a dor, ou apanharia ainda mais, entretanto aquilo superava tudo o que já havia sentido. Sua pele estava sendo rasgada e a carne exposta de maneiro violenta e muito dolorosa, sentia como se queimassem sua carne, a dor era insuportável, tornando impossível que suprimisse os gritos de agonia.

Os gritos de Olaf enquanto era morto e os gritos de Ignus sendo castigados, não passaram despercebidos por Izac. De início não deu muita importância, os gritos pararam assim que ele pensou em ver o que estava acontecendo. Mas poucos minutos depois os gritos voltaram, seu filho, o pequeno Ezequiel acordou muito assustado e chorando sem parar. Aquilo o deixou extremamente irritado e foi ver o que estava acontecendo, sua mulher veio atrás dele, mesmo sobre seus protestos de que seria melhor ficar.

Ao sair pela porta dos fundos ambos se deparam com a cena de Ignus preso pelos braços e pernas, com vários cortes elo corpo, o sangue escorrendo e o rosto contorcido pela dor e pela raiva. Imediatamente Izac correu em direção a Alur para impedi-lo de desferir o próximo golpe, correndo o mais rápido que podia. Antes que Alur reergue-se o chicote, Izac ordenou que parasse imediatamente, chamando a atenção de todos que estavam por perto.

- O que está acontecendo aqui, Alur? - Vociferou Izac. - Soltem já esse menino daí! - Ordenou e imediatamente foram desamarrando o menino que tombou de joelhos no chão.
- Esse demônio matou o Olaf! - Berrou Alur tomado pela fúria - ele tem que ser punido!
- Do que você está falando? - Perguntou Izac, sem entender o que acabara dito.
- Foi o que você ouviu Lorde Izac, esse demônio matou o Olaf, a sangue frio! - Respondeu enfatizando a última parte.

Izac ainda indagando sobre o que acabara de ouvir, olhou para Ignus que estava de joelhos e ofegante, o corpo extremamente dolorido e latejante, com Madalena ao seu lado. Alur levou Izac até o armazém, lá mostrou o corpo ensangüentado de Olaf. Izac não conseguia acreditar, a fúria lhe subiu a cabeça, ofuscando qualquer forma de raciocínio lógico e correu em direção a Ignus, agarrou o pescoço do menino perguntou se ele havia realmente feito aquilo com Olaf, Ignus respondeu positivamente com a cabeça. A fúria de Izac se inflamou ainda mais, sua esposa e os outros empregados ficaram chocados com a confissão, enquanto o pequeno Ezequiel berrava cada vez mais, num desespero incontrolável.

Mesmo tomado de ira Izac tinha a cabeça fervilhando, pois não conseguia assimilar muito bem tudo o que estava acontecendo. Não compreendia muito bem como Ignus, um simples menino escravo havia conseguido matar um homem como Olaf. Embora fosse meio retardado, Olaf ainda era um homem e Ignus apenas um menino, mesmo sendo maior e mais forte do que os outros da sua idade, ainda era apenas um menino contra um homem.

Não havia outra coisa a ser feito, Ignus deveria ser castigado e severamente castigado. As chicotadas que Alur havia lhe dado seriam pouco, ele deveria pagar caro pelo que havia feito e muito caro. Assim que sua mente se aliviou, ordenou a Alur que continuasse o açoite, que sem esperar o menino ser preso, ergueu o chicote e lançou-o em direção ao menino que estava ajoelhado, sem reparar que Madalena estava ao seu lado.

Para a surpresa de todos, Ignus agarrou o chicote no ar, antes que atingisse o seu corpo. Seu reflexo fora perfeito, pois a trajetória que o chicote havia descrito, não iria atingi-lo, mas sim Madalena que estava ao seu lado. Alur forçou o chicote para soltá-lo das mãos do menino, mas aparentemente o menino estava tão forte quanto se não houvesse apanhado. Os olhos do menino agora mostravam muito mais fúria do que antes, eram olhos de uma fera faminta, pronta para o abate da presa, até mesmo Alur se assustou quando olhou nos olhos do menino.

Assim que refez seu pensamento, Alur conseguiu soltar o chicote das mãos do menino, que se levantou logo em seguida e passou a olhar em seus olhos, demonstrando toda a sua ira. Aquilo o deixou ainda mais revoltado, sem se conter jogou o chicote para trás e pôs toda a força no próximo golpe, mas ele nunca foi executado. No instante que seu braço foi para frente alguém agarrou-o, impedindo que ele chicoteasse o menino mais uma vez. Imediatamente Alur olhou para trás para ver quem havia ousado interrompê-lo, o susto foi inevitável quando reconheceu o homem que estava atrás dele. Era um antigo conhecido da família de Izac, que havia se tornado chefe da segurança pessoal dele, mas que há algum tempo havia feito uma viagem.

- Haldar? - Perguntou a Alur incrédulo, não reconhecendo-o direito.
- Não me reconhece mais, Alur? Nem faz tanto tempo assim que estive fora, mas pelo jeito as coisas por aqui mudaram... E muito! - Respondeu olhando para o ensangüentado Ignus.
- Esse demoniozinho matou o Olaf, o retardo, lembra-se dele? O cozinheiro.

Lembrava-se vagamente dele, sempre com um sorriso idiota no rosto, andar engraçado e fala arrastada. Estava sempre junto das crianças, embora muitas vezes via algumas delas evitarem estar próximas a ele. Das poucas vezes que o via e conversou com ele, notou nitidamente que Olaf o evitava por algum motivo, mas nunca deu muita importância. Olhou para o menino, sem acreditar que ele poderia ter cometido tal ato, mas tamanha foi sua surpresa quando viu seu rosto. Embora o rosto do menino demonstrasse mais ira do que qualquer outra coisa, Haldar reconhecia o rosto do menino, era um rosto familiar, mas não conseguia lembrar de onde, nem como reconhecia o rosto.

- Alguém sabe por que ele fez isso? - Questionou Haldar.

Ele não se surpreendeu quando todos demonstraram não saber e alguns até evitaram seu olhar, até mesmo Izac não sabia responder a pergunta. Indignado com tamanha ignorância e falta de raciocínio do todos ali presentes, Haldar largou o braço de Alur e foi em direção ao menino. Quando chegou próximo a ele, abaixou-se para poder olhar em seus olhos. Examinou rapidamente os ferimentos e viu mais do que marcas de chicote, viu também as marcas de uma outra agressão, marcas essas bem recentes.

- O que exatamente aconteceu aqui menino?

Relutante, mas com muita raiva Ignus contou com detalhes tudo o que havia lhe acontecido, desde o momento em que foi até o armazém com Olaf até o instante em que Haldar chegou. Haldar tinha certeza que havia algo de errado, antes que pudesse fazer algo, Madalena e outras crianças viram até ele e disseram que também foram molestadas por Olaf. Os pais que ouviram ficaram horrorizados, pois parecia não ter conhecimento dos fatos. Haldar não teve duvidas de que o menino havia feito o que fez, apenas por ter se sentido acuado.
Essa nova versão dos fatos e a intromissão de Haldar fizeram Izac ficar pensativo sobre o assunto, além abrandar um pouco de sua fúria. Segundo o conselho de Haldar, Izac decidiu procurar o conselho do Oráculo, para saber que tipo de punição daria ao menino, pois um crime havia sido cometido e o garoto deveria ser punido. Ele aceitou a decisão de Haldar de se aconselhar com o Oráculo, já que ele sempre dava bons conselhos e afinal de contas, tinha certo apresso pela família de Izac.

- Então deixe-me ver se compreendi direto, o tal cozinheiro, Olaf, se fingia de... "Retardado" e de amigo das crianças, encontra partida molestava-as, sobe a ameaça de não mais brincarem e não mais comerem é isso? - Perguntou o Oráculo.

Estava sentado na mesa de reuniões de Izac, junto com Haldar, Alur e a esposa de Izac. Ele estava pensativo, apoiava o queixo com as mãos e refletia sobre os relatos que acabara de ouvir. Os relatos sobre o comportamento de Olaf, a suposta preferência dele por crianças e seu assassinato, ainda fervilhavam em sua cabeça. Tentou imaginar exatamente como havia acontecido tudo, reunindo as informações dadas por Alur, Haldar e pelo menino Ignus, a quem havia previamente questionado sobre o ocorrido há alguns dias atrás.

Um de seus assistentes foi levado até a cozinha para preparar o seu chá, enquanto ele tomava uma decisão. Alur dizia que o garoto deveria levar mais chibatas e ser expulso dali pelo que fez. Haldar achava que ele não deveria ser punido, pois as chicotadas que havia levado fora uma punição injusta, já que o garoto havia feito o que fez apenas em defesa própria. Já Izac achava que deveria expulsar o menino, mesmo tendo pagado um preço considerável por ele, não achava que seria bom mantê-lo ali depois do ocorrido, pois temia que o mesmo ocorresse outras vezes futuramente.

Todos pareciam não estar abertos mudança de opinião, principalmente Alur que tinha a idéia fixa de castigar o menino ainda mais. Mesmo tendo se passado alguns dias, todos ainda estavam com os ânimos muito a flor pele, com a exceção de Haldar que chegara de viagem no fatídico dia da morte de Olaf. Vendo que a discussão não iria avançar muito, o Oráculo sugeriu que tomassem logo uma decisão definitiva, depois tomariam um chá e tudo estaria resolvido. Decidiram que o garoto seria expulso na próxima manhã, o que aconteceria com ele dali em diante, não tinha importância para eles. Apenas Haldar parecia não concordar, mas não adiantava, ele era apenas um.

O chá foi servido, o aroma estava delicioso, a temperatura ideal e o sabor excelente. Ambos degustaram com grande prazer, até mesmo Alur pareceu mais brando após a primeira xícara, o que deixou o Oráculo muito satisfeito. Como viu que todos estavam mais calmos, sugeriu que o menino não fosse expulso, mas que deveria ser doutrinado, pois pelo que pode observar através dos relatos, o garoto era diferente e tinha um grande potencial, expulsá-lo não seria a melhor coisa a ser feita.

Não ficou surpreso quando viu que todos, até mesmo Alur, concordaram com sua sugestão. Ficou especialmente contente, quando a sugestão de deixar o menino sobre os cuidados de Haldar também foi aceita. Segundo ele Haldar era o mais indicado a cuidar do menino, pois como mestre em artes de combate, talvez ele pudesse frear um ouço os impulsos violentos do menino.


A decisão foi comunicada ao menino logo após a saída do Oráculo, ele ficou contente em saber que continuaria ali e que seria doutrinado por Haldar. Apenas Alur permanecia um tanto irredutível, mesmo tendo concordado em não expulsar o menino, ainda achava que ele deveria ser severamente castigado e deixou isso bem claro para Ignus. O menino lembrava bem do que havia sofrido, ainda sentia em seu corpo a dor de cada um dos golpes, além das marcas que ficariam em seu corpo por muito tempo e jurou para sim mesmo, um dia iria se vingar dele por isso.

12 comentários:

  1. Adoro contos grandes, mas não so muitod esse estilo não, prefiro romance hehe...

    Mas t abem legal o blog, muita coisa difernete ^^"

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  2. ha...vcs dosi são carioquinhas?
    q droga...acho q via ser mo legal la...pedi p ilegal me ensinar a chegar no bexiga pq nunk fui p la...mas qualquer coisa eu aviso como foi....ou não rsrs
    to achando q eu vou furar de novo ahauhauha ele ja arrumou uma rave uma vez e eu nom fui...

    bjus
    cuidem-se

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  3. haha q legal, eu sou louca p conhecer o rio, tenho familia ai mas meu pai nom deicha =/
    mas um dia eu viu rsrs...

    nha...eu sou paulistinha chata msm, nada de sol, nem praia, cerveja no boteco na sexta feira de saidera do trabalho...nada...

    mas q legal, então vc são amigos de longa data ein^^
    legal...eu tenho uma amiga assim, agnt se conhece à 17 anos ja...dsd dos 4 anos de idade somos amiguinhas^^



    bjus
    cuidem-se

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  4. Ufa, terminei!!!
    Continho grande, rapaz!
    Nunca pensou em escrever um livro?

    Bom, ler vc é ótimo, deveria investir.

    grande abraço!

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  5. Bom, e o chá começa a fazer seu efeito de camomila. =D

    As pessoas próximas a Ignus são bem burras, não? =/

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  6. Você já tentou fazer um livro? Muito bom o post...

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  7. Seu conto me lembrou as leituras de RPG.
    Só que muito mais, consistente e densas.
    Quantos Olaf, não molestam crianças inocentes nas Kiorans da vida.
    Pelo menos o menino Ignus fez justiça.

    Parabéns pelo excelente conto
    Já estou ansioso aguardando o próximo conto

    abs: L. Sakssida

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  8. Nossa que fantástico!
    Super bem escrito, narrativa que prende a gente.
    Parabéns!

    Bjks

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  9. nunca li um post taum grande
    e ainda pedi mais!
    mtu bom mesmo
    sabe quando akilo te prende a atenção
    ???

    bem assim seu contoo

    Halgar eh akele tpw de pessoa perfeita
    que tah em falta no munduh!

    Parabens pelo blog!

    e vlws pelo elogio ao meu post!

    =*

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  10. Belo texto. Como o pessoal aí em cima, acho que um livro ia bem. Sei que é difícil pacas sem patrocínio, mas seria uma boa ler os contos geniais que aparecem por aqui reunidos num belo livro. Pense nisso.

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  11. Uau
    Não achas que está um pouco longo?
    Só a brincar.
    Está muito bom o teu blog
    Vou passar por cá mais vezes

    Xau

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  12. Sim
    Elogios saum sempre bons
    No começo, como eu jah dexei claro em um post
    meu blog era meio que uma maneira de me declarar pra ELE
    mas foi ingenuidade pensar que ELE leria algo mais culto
    Ou que simplesmente leria algo!
    Mas teve gnt que gostou, e elogiou...
    E isso me incentiva a continuar!
    Muitoo Obrigadah!

    Blog mais do que adicionado na minha lista =]

    =**

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