Será que os tempos estão mudando?

Anos atrás aliados do partido do governo - os que vivem organizando chopadas e protestos em todas as aulas, o PSTU, PCdoB, etc... "Aquele pessoal de vermelho". - orquestraram algumas invasões a Universidades Públicas, pleiteando exatamente o mesmo - com algumas variantes - que esse pessoal de agora.

Será que o governo vai cumprir ou vai criar leis que aos poucos vão tirando do cidadão o poder de exercer seu poder?

Ou seja, será que algo será feito... E se for, não será algo que caminhe cada vez mais para uma ditadura, ou melhor, para uma nova república do café com leite?

Tomara que o apocalipse comece logo ou que os ETs nos invadam... =/

Cerca de 150 estudantes estão acampados na reitoria da UFRJ
Plantão | Publicada em 14/06/2007 às 23h48m

RIO - Cerca de 150 estudantes estão acampados na reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em protesto contra o Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). De acordo com o movimento estudantil, a ocupação deverá durar, pelo menos, 24 horas. Mas, dependendo da mobilização alcançada e da resposta da reitoria, o movimento pode permanecer por mais tempo no prédio.

Os alunos pretendem passar a noite no gabinete do reitor, Aloísio Teixeira, que está viajando e retorna ao Rio nesta sexta-feira. Na manhã desta quinta-feira, os universitários protestaram durante a reunião do Conselho Universitário e, depois de uma assembléia, votaram pela ocupação.

O grupo já tem audiência pública marcada com representantes da reitoria, para esta sexta-feira, às 12h. Eles querem discutir o posicionamento da UFRJ quanto ao Reuni, considerado, pelos alunos, um ataque governamental à autonomia universitária, pois condiciona a ampliação das verbas ao cumprimento das políticas do governo.

O Reuni, que integra o Programa de Desenvolvimento da Educação (PDE) do Ministério da Educação, foi criado através de decreto presidencial. Na manhã de ontem, os estudantes fizeram manifestação durante reunião do Conselho Universitário da UFRJ, pedindo que a universidade amplie o debate sobre o tema e não assine prontamente o termo de adesão ao programa. Uma comissão, criada em maio pelo reitor da UFRJ está avaliando o PDE e propondo diretrizes e ações da universidade em relação ao Reuni.

Os alunos da UFRJ lembram que, em São Paulo, o governador José Serra baixou decretos que, na avaliação dos universitários, interfere na autonomia e na democracia da USP. Já dura um mês a ocupação dos estudantes na USP. Os manifestantes da UFRJ elaboraram uma lista de reivindicações que inclui a conclusão das obras do bandejão do campus do Fundão; reforma e ampliação do alojamento estudantil; expansão e reajuste das bolsas estudantis; transporte interno mais freqüente e entre os campus; reforma e ampliação das bibliotecas.

Na UFF, um grupo de 15 estudantes está acampado, há mais de um mês, no saguão do prédio da Reitoria, em Icaraí. Os universitários, que dormem em barracas e reivindicam moradia estudantil, já ameaçaram invadir o gabinete do reitor, Roberto Salles.

Fonte: O Globo

6 comentários:

  1. Isso não tá me cheirando a boa coisa.

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  2. Cara as vezes eu sinto que esses estudantes não sabe o que estam realmente fazendo... muitas vezes por ser do movimento estudantil penso que é bastante anarquico certas decisões tomadas pelas entidades...

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  3. Eu tô cansado de tanta pouca vergonha.

    Tenho uma conhecida que certamente deve estar no meio desses estudantes acampando.

    Já havia lido a respeito. é uma falta de senso que sei lá... prefiro calar-me para evitar ironias.

    É meu caro. Belo blog.

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  4. Bem, podem estar fazendo isso pelo motivo errado, mas pelo menos estão mostrando insatisfação... Ao contrário dos meus ex-coleguinhas que iam pra aula de laboratório pra roubar reagente. ;)

    Mas acho que já passamos da possibilidade de redenção...

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  5. Concordo com você. A balbúrdia está reinando. O movimento estudantil é acéfalo. Lideranças medíocres e preocupadas apenas em se auto-promover lanças os estudantes em protestos infundados e sem objetivo prático. O exemplo da USP é gritante. Apesar do governo recuar em suas propostas, provar que não haverá prejuízos a liberdade das universidades desde que, dêem transparência aos seus gastos (nada mais justo). Porém um outro ponto vale a pena destacar: A fragilidade do governo de São Paulo que não teve competência para lidar com os rebelados. Esse fato, com toda a certeza, foi o detonador das paraliações estudantis em várias cidades.

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  6. tempos mudando....
    acho que não...
    isso não é coisa boa mesmo....


    =]

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