O Último Despertar de Outono - Capítulo 3

Sem enrolação, sigo direto para o capítulo em si. O 4 deve demorar mais que esse pra sair porque o texto está complicado de sair de minha cabeça pro computador. É informação demais em minha cabeça pra colocar no texto sem soar meio fora do prumo.

Os mapas que recebi da Cris Penha começarão a ser postos em prática lá pelo capítulo 6, assim espero, que é quando entro na Segunda Guerra.

Quando terminar de apresentar os personagens, tanto para mim quanto para você, leitor, ficará mais fácil e tudo fluirá e os contos sairão com um intervalo menor de tempo. Como disse pra um de meus leitores-teste (sim, existem =p), quero não somente apresentar personagens, mas dar-lhes alguma substância, um pouco de alma. Espero conseguir.

Até lá, sofro tentando encontrar um meio-termo interessante... =p


O Último Despertar de Outono
Capítulo 3.

Minutos vêm e vão, e junto com eles os dias, as semanas e os anos. Erik completava treze anos no dia em pela primeira vez cruzou seu olhar com os dela. No dia 23 de maio de 1926. Estava voltando de mais um dia de aula no mosteiro quando a viu pela primeira vez. Tal visão o fez esquecer momentaneamente de tudo, até mesmo da mesma aula que assistia forçadamente todo dia na mesma turma desde os onze anos por causa da influência direta de seu amigo Friedrich e de conflitos pessoais. O distanciamento com os dogmas católicos o impedia de evoluir mais dentro do mosteiro. Como o amigo, Erik questionava ordens, dogmas, ou procurava sempre entender e perguntar de assuntos que a Igreja julgava por demais ofensivos, principalmente os que envolviam temas impuros, como amor e política.

Seu deleite visual estava ao lado de uma moça de cabelos loiros, muito bonita, de aparentemente uns trinta anos ou menos. Ambas carregavam enormes cestos de palha vazios, mas Erik não via nada além dessa pequena preciosidade do mundo. A moça mais velha acenou cordialmente para o Sr. Shüber que correspondeu com um sorriso. A menina nada fez além de também observar Erik sorrir tímida pelo olhar ávido do menino. Sr. Shüber ofereceu carona as moças, mas foi negado o favor educadamente, sob a alegação que estavam apenas indo guardar os cestos. Evidentemente, a essa altura, o Sr. Shüber notara a troca de olhares e os olhos ávidos de seu filho, não deixando de perder a oportunidade de dar sua opinião quando se afastaram um pouco mais das moças:
- Cuidado com as mulheres, meu filho... Geralmente olhos assim deixam-nos a porta da morte. - Disse o pai, dando uma leve chicoteada nos cavalos para apressar a viagem.
- Você percebeu pai? Fui tão bobo assim? - Indagou Erik, chocado com sua própria reação.
- Por pouco seus olhos não saltaram das órbitas, criaram patas e ficaram pra trás... Desistindo do sacerdócio, filho? - Falou o Sr. Shüber, emendando uma grande gargalhada ao ver a pele de seu filho corar de raiva e vergonha. - E do jeito que se contorce pra continuar vendo a menina, me lembra quando vi sua mãe pela primeira vez...
- Mas ela é linda, não? - Interrompeu Erik, sorrindo.

Se era.

Era uma linda menina morena de olhos negros que pareciam duas lindas amêndoas brilhantes. As feições de seu rosto eram européias, por causa de sua mãe, uma alemã judia de origem francesa, que justamente a moça que estava do lado, pelo que o Sr. Shüber explicava durante a viagem. O tom de sua pele era originado de seu pai, um sul-africano que morava na mesma vila de Erik desde o final da Guerra, chamado de Sr. Opare, e cuja esposa residira na França desde que fugiu da Alemanha, grávida, no auge da primeira guerra. A jovem morena tinha apenas quatorze anos, mas seu corpo parecia mais com o de uma adolescente de dezesseis. Suas formas femininas, belas e delicadas, já se sobressaíam sobre o vestido que usava naquele momento, e tal visão fazia Erik sentir-se nas nuvens.

Disse também o Sr. Shüber que a menina falava muito mal o alemão, por ter nascido e crescido na França, mas aprendia rápido e já compreendia muito bem o preconceito que sofria naquela comunidade isolada da Alemanha. Isso acontecia por ela ser de pele morena e de origem estrangeira, e fosse ela quem fosse, comportasse como se comportasse, sempre haveria alguém para lembrá-la de sua cor e sua origem africana, apenas para fazê-la se sentir a pior das meninas. E sendo aquela uma cidade pequena perdida no mapa, praticamente parada nos tempos medievais, tais preconceitos eram mais ofensivos ainda.

Seu pai explicou que fazia alguns poucos meses que mãe e a filha vieram para a cidade residir, isso depois que seu marido conseguiu finalmente adquirir uma casa própria. Provavelmente estavam na cidadezinha há uns três meses no máximo. O Sr. Opare trabalhava na única marcenaria da vila, e as moças ajudavam na colheita de flores. Inclusive, a mãe da moça convivia muito com o Sr. Shüber, e se chamava Emmy Opare. No final de tudo, e depois de muita insistência do menino, Ludwig Shüber finalmente revelou o nome da menina, ela se chamava Mandisa Opare. Erik deu-se por satisfeito de saber o que julgava ser o suficiente da menina, seu nome, e parou de importunar o pai a respeito. Mas isso não impediu de escutar uma das maiores lições que poderia escutar de seu velho, que veio de uma simples frase:
- ...Se você quer saber sobre alguém, pergunte a esse alguém. Mulheres gostam de homens que tomam a iniciativa, mesmo as que se dizem mais modernas. - Disse o pai, enquanto saltava da carroça.
- Mas eu tenho apenas treze anos. - Insistiu Erik, sendo tomado por uma timidez típica desses momentos. - E ela mal fala alemão, pelo que você mesmo disse...
- E? Desde quando coração tem idioma? Veja eu e sua mãe, ela é mais velha que eu três anos... Eu não disse que ela não fala nosso idioma, disse apenas que ela não tem domínio, pois é francesa e só mora aqui faz pouco tempo. Só isso.

"Apenas um ano mais velha...", pensou Erik durante todo o jantar. Sua mãe estranhou seu comportamento, quieto a mesa, e tentou descobrir o que acontecia. Sr. Shüber foi mais rápido e interrompeu sua esposa, dizendo que "ele está crescendo, querida... ele está virando um homem!". A Sra. Shüber sentiu-se incomodada a princípio, mas preferiu não dizer nada. Era apenas um ciúme bobo partindo de uma mulher que queria proteger seu rebento, mas nesse momento era impossível não notar que seu filho crescia. O rosto infantil de Erik agora começava a tomar traços fortes, até mesmo um bigode ralo era visto, com muita dificuldade, onde semanas antes nada havia. Até mesmo um pouco da arrogância masculina aparecia quando não pedia ajuda em serviços domésticos que eram tipicamente masculinos, como erguer pesos ou abrir compotas. Já estava demorando a se atrair por mulheres, e esse dia chegara. Preferia não interferir agora, era "melhor desse jeito do que se tornar maricas", pensava a Sra. Shüber.


A rotina familiar se seguiu durante o correr dos dias. Cada vez que pai e filho passavam naquele ponto da estrada para o mosteiro, onde Erik vira Mandisa pela primeira vez, o jovem alemão esforçava-se em conseguir ver a menina nem que fosse de relance. Tentando dar uma ajuda ao filho, o Sr. Shüber, convidou a família Opare para um jantar no último sábado do mês de junho daquele mesmo ano. Faria disso uma surpresa para seu filho, deixando Erik a parte de tudo, principalmente da visita de Mandisa. Ludwig Shüber conseguiu juntar um bom dinheiro durante a semana anterior e encomendou um leitão para que sua esposa assasse no sábado. Tudo tinha que ser perfeito naquele dia. E a família Shüber contava com isso, mesmo quando alguns amigos vieram tomar o tempo de Katharina questionando-os a respeito do convite, dias antes:
- Como você deixou isso, minha amiga. - Questionou uma vizinha, a Sra. Shüber. - Seu marido é louco de convidar macacos para jantar...
- Não seja assim, Joann, eles são pessoas simples, mas muito educadas. - Disse a Sra. Shüber, tentando se desvencilhar desse diálogo desagradável. - O Sr. Opare é um amor de pessoa e um marceneiro muito bom. Não vejo nenhum mal em convidá-lo a se juntar a nós num jantar.
- Nenhum mal? Ele vai sujar suas cadeiras com seu fedor... - Insistiu a mulher, demonstrando nojo. - Não esperava isso de sua família, sempre foram pessoas tão entendidas. Escutam rádio, viajam para a capital, lêem livros...
- Exatamente por isso não temos esse conceito.
- Conceito? Não! É precaução! Somos alemães legítimos, nos falta do que comer e do que beber no país, e enquanto isso vocês vão alimentar três bocas estrangeiras... E negras! Se continuar a ajudá-lo, ele trará em breve seus parentes para morar em suas casas, terreno, e quando for ver vai estar cercada dessas coisas. Aliás, toda a cidade estará tomada por barracos desses pretos! É uma questão de higiene que temos que evitá-los! Deveríamos mandá-los de volta sob grilhões!
- Não sabia que você era assim desse jeito, sempre me pareceu um doce de pessoa... Seu marido pensa assim também?
- Ele? Claro que não, ele é idiota demais... E olha que trabalha com esse negro. Se não fosse por mim, já seriam amigos. Já teria vindo aqui em casa comer da MINHA COMIDA, e sentar em meus móveis. - Respondeu a mulher, quase gritando. - Nunca, nunca e nunca. Eu me dou valor.

Joann grunhiu alguns palavrões e com pressa foi para casa bufando impropérios e palavrões. A Sra. Shüber ignorou a mulher, mas sentiu certo medo de que ela fizesse algo a sua casa no dia do Jantar, mas foi tranqüilizada por Ludwig, que explicou que a mulher tinha brigado com o marido por causa da amizade deste com o Sr. Opare, e que estava descontando em todos a raiva de ter sido contrariada. Ainda assim não justificava todo esse ódio pela família Opare.



O Sr. Opare chegou preocupado em casa no dia que conversou com o Sr. Shüber. Sentia-se desconfiado do objetivo do convite, pois jamais fôra convidado a qualquer evento social naquela cidade, mas mesmo aceitou-o de bom grado. Seria muita falta de educação desprezar a única demonstração de cordialidade que recebera desde que se instalara naquela cidade sem nome. Ao chegar em casa do serviço, foi direto falar com a esposa a respeito do convite:
- Querida, recebemos um convite para jantar no final do mês. - Falou o Sr. Opare. - No último sábado, dia 26.
- Tem certeza que é um convite? De quem foi? - Questionou Emmy, enquanto preparava a mesa para o jantar.
- Ludwig Shüber, você o conhece? - Perguntou o marido.
- O conheço Jonh, é um senhor que trabalha comigo na colheita das Flores, é um dos donos de terra aqui da região.
- Da família dele apenas conheço sua esposa, Katharina, a qual é muito simpática, mas nunca fomos próximos deles o suficiente para justificar o convite...
- Bem, eu converso bastante com o Ludwig durante as colheitas, provavelmente deve ser esse o motivo, acho.
- Eles têm um filho, não? Esqueci-me o nome dele... - Indagou Jonh Opare.
- Erik. - Interrompeu a filha deles, Mandisa, vindo do quarto e que já tinha escutado toda a conversa pelos corredores. - O Sr. Shüber já nos falou dele, não é mãe?
- Verdade, ele estuda com os padres... Acho que vai ser padre, ou não quer, agora não me lembro. - Respondeu a Sra. Opare.
- Bem, vejo que eles são gente boa então... Conhece o menino, minha filha? - Perguntou o pai.
- Não... Não o conheço não. - Respondeu Mandisa, tentando não demonstrar interesse.
- Como não, filha? - Interrompeu a mãe. - Você sempre fica olhando pra carroça do Shüber quando eles passam... Inclusive só sei o nome do garoto por sua causa.

Mandisa corou e parou de falar. Seu pai sorriu singelamente e mudou de assunto, pois no seu íntimo havia percebido finalmente o motivo real do jantar. Apesar de no fundo de seu peito sentir a angústia de ver sua pequena preciosidade amadurecer, tinha que aceitar. E se podia estar no controle desse processo conhecendo prováveis pretendentes de modo tão educado, o melhor a fazer era aproveitar. Se o Sr. Shüber fosse adepto de casamentos arranjados, como em sua religião, muçulmana, tudo sairia da mais perfeita forma, pois estaria encaminhando sua filha com um bondoso senhor de terras, terras as quais seriam uma segurança maior a sua preciosidade.

Os dias passaram rápido no mês de Junho, e sábado se aproximava. A família Shüber tentava de todo o jeito esconder de Erik o motivo de nesse dia comerem leitão assado. Para evitar que o jovem percebesse quem seriam os convidados, providenciaram a ele todo o tipo de distração que poderiam dar a um jovem na sua idade. Erik passou o dia fazendo tarefas as mais trabalhosas possíveis, indo desde a foz de um rio para buscar água a ter que caminhar até os campos de flores para sua mãe montar um belíssimo buquê de rosas vermelhas e brancas, e sem saber o motivo disso.

A família Opare colaborou com isso de modo indireto. Sr. Opare era muito ocupado e passou a semana toda reformando diversas carroças da vila, de modo que mal pôde dar atenção a família. Sua esposa Emmy foi quem providenciou junto com Katharina Shüber distrações o suficiente para que ambos os jovens não tivessem a oportunidade de trocar informações, julgando ambas que os dois se conhecessem. Mal sabiam que até esse sábado apenas haviam conversado por troca de olhares.

Por sinal, as mulheres estavam muito mais enturmadas nisso que os próprios maridos. Durante os dois dias anteriores ao jantar se encontraram diversas vezes e trocaram confidências. Por fim, se tornaram grandes amigas, apesar da diferença de idade entre ambas. Katharina já era uma senhora beirando seus cinqüenta anos, e Emmy estava na flor da idade, aos trinta e dois anos. Seus cabelos loiros eram presos delicadamente por um laço de fita rosa. Sempre utilizava vestidos franceses de cores claras e estampas florais, que deixavam seu belo corpo ainda mais em evidência. Apesar de ser mãe, não tinha nenhuma espécie de traço marcante no corpo que denunciasse sua maternidade, por sinal, se Katharina não soubesse da legitimidade do nascimento de Mandisa, julgaria que a menina fôra adotada.

No primeiro dia de conversa, Katharina chamou a Sra. Opare para uma conversa de mulheres, sem a presença nem de maridos e nem de filhos, em sua própria residência. Para evitar que Erik escutasse algo, pediu a seu marido que o levasse para passear ou trabalhar, e somente chegasse ao anoitecer, quando a conversa tivesse terminado e a visita, partido:
- Então quer dizer que engravidou dele ainda jovenzinha? - Perguntou Katharina, durante o chá que servira para trocarem receitas e fofocas.
- Como sabe? - Indagou Emmy.
- Pela sua idade... Sua filha tem uns dois anos a mais que meu filho, Erik, e como és jovem, acredito que devia ter uns dezesseis anos...
- Dezessete, quando conheci meu marido ainda era uma moçoila. - Disse Emmy, com os olhos cheios d'água. - Jonh me salvou em Munique de soldados aliados que iam me violentar, depois disso nos envolvemos e o fogo da adolescência teve seu preço... Não me arrependo, mas quando estava com oito meses tive que me refugiar para a França e deixei Jonh para trás. Só quando minha filha tinha dois meses de idade que pude batizá-la, antes disso não tive contato com ele e pensei que tivesse morrido... Ele me mandou por carta o nome que queria para a filha.
- Mandisa? E o que quer dizer? - Perguntou Katharina, interessada.
- Mandisa Lindiwe Opare, seu nome completo. - Disse Emmy. - Mandisa quer dizer doce, meiga, doçura, era como ele me chamava no front quando podia me ver. Lindiwe quer dizer "esperada", e Opare é seu sobrenome, dizia que o nome significava o ato de esperar para me encontrar. "Doçura Esperada de Opare", é o que significa o nome de minha filha, no idioma de meu marido.
- Lindo nome. - Respondeu Katharina, com lágrimas no rosto, tomando um longo gole de chá para não perder a compostura.
- Você sabe que vocês são o primeiro contato amigável que meu marido teve desde que veio morar aqui, não sabe? - Disse Emmy, mudando o assunto bruscamente.
- Ora, mas ele tem tantos amigos, colegas e trabalho, pessoas de bar. - Tentou desconversar Katharina, prevendo o rumo da conversa.
- Nenhum deles o convidou para jantar.

Seguiu-se um silêncio e muitas lágrimas caíram do rosto de Emmy. Katharina colocou sua xícara de chá na mesa e segurou o ombro de Emmy para confortá-la. Imediatamente a mulher abraçou a Sra. Shüber com força e começou a agradecer profundamente pelo convite. Passados alguns minutos de estranheza para a Sra. Shüber, pois ela mal abraçava seu filho, Emmy se acalmou e voltou ao seu juízo perfeito, tomou todo o chá em um único gole e durante as horas seguintes combinaram alguns detalhes do jantar...

Continua...

12 comentários:

  1. eu ainda vou ler esse conto inteiro
    hehehhee
    dexa soh eu terminar de ler hp 5...que tah no pc tbm..ai eu começo =)

    e vlws pelos parabens!

    beij0s

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  2. Bom, não posso comentar sobre o capítulo em si pq não li os anteriores... mas parece ser bem interessante. Vou salvar nos favoritos e ler com calma em casa.

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  3. Cara, bem legal est teu texto... apenas uma observação se me permite...

    As feições de seu rosto eram européias, por causa de sua mãe, uma alemã judia de origem francesa

    Judeus não são caucasianos...

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  4. Depende da origem.

    Talvez entre ortodoxos não, mas existem judeus e judeus.

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  5. Excelente! O trabalho de pesquisa mais uma vez está fazendo a diferença, o que torna a estória ainda mais chamativa.

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  6. É dificil achar um blog interessante na blogsfera hoje em dia.
    A maioria deles, tem milhares de anuncios e nenhum conteúdo.

    Achei legal a ideia de colocar as suas fontes ali do lado.

    Um abraço

    cocaineworld.blogspot.com

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  7. bah...show...
    mto bom seu blog!!
    bjinhuxx

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  8. Uoi.
    Mutxo tri teu blog *--* muuuito bom o texto!

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  9. Está cada vez melhor os contos publicados.

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  10. Fizeram um comentário quanto a descrição do judeu europeu.
    Já havia uma mistura racial que permitiria judeus caucasinos na época da 2ª Guerra Mundial.

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  11. kool, mas ja tamo no inverno :P acelera a estória,rrs

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