Contos - SdD - Lágrimas de Um Trovão pt. IV

Dando contnuidade ao narrado no último conto, vimos dois seres poderosos serem completamente derrotados e subjugados por um terceiro de nome Tempestri. O primeiro ser, de nome Akkira, foi morto à traição após enfrentar um amigo de outrora, enquanto sua amada Kaira, foi derrotada ao superestimar a si mesma e subestimar Tempestri. Quando Tempestri está para matar a deusa do mesmo modo que fez com Akkira, chegam ao local dois seres estupidamente poderosos. Mas conseguirão dar fim ao massacre?


O Trovão.

É uma das manifestações mais belas da natureza. Um poder colossal oriundo de forças aparentemente inofensivas até se encontrarem: as nuvens e o solo. É o final do raio, mas muitas vezes confundido com o próprio. As pessoas dizem que no dia em que se vir um raio e não ouvir seu som é porque existem duas possibilidades: o raio está longe demais para ser escutado ou você foi atingido por ele.

O trovão carrega dentro de si uma quantidade absurda de energia, a qual apenas conseguimos copiar criando uma aparelhagem extremamente complexa e que geralmente se aproxima apenas em parte de seu original. Uma pessoa atingida por um raio não sofre somente os efeitos da eletricidade, ela pode ser queimada pelas temperaturas elevadíssimas que o atrito da eletricidade provoca ou sofrer graves abalos mentais se sobreviver. Mas o certo é que a pessoa jamais será a mesma após ser atingida por um raio... Se ainda for uma pessoa.



Sayuki era um deus controverso. Senhor dos trovões e extremamente hábil na manipulação das forças que moldam a alma mortal, deveria ser no mínimo sábio. Não o era. Ele era até certo ponto rebelde e tinha uma enorme obsessão: ser reconhecido como um herói. Mesmo quando caminhava entre os mortais seu maior desejo não era ser forte ou ser poderoso, era apenas esse reconhecimento. Entretanto, e de uma forma que Sayuki não queria, quando sua divindade aflorou as pessoas passaram a reconhecê-lo como um Deus, não como um herói. Sayuki não desistiu nunca, e continuou sempre insistindo nessa busca.

Sayuki tinha longos cabelos negros absurdamente lisos, que iam até o chão parecendo a longas distâncias com uma capa. Carregava em um cinturão uma espada que parecia tremer o tempo todo, assim como uma tiara que portava em sua cabeça, as armas dos Deus do Trovão. Eram armas idênticas as que Jamal possuía, por sinal, eram as armas de Jamal, ou deveriam ter sido se não fosse a culpa tanto de Jamal quanto de Akkira.

Ele se vestia habitualmente com uma espécie de batina negra, presente de seu amigo Akkira nos tempos em que caminhavam como mortais entre os mortais, ou com um quimono que ele mesmo costurara. Ao lutar, quando tinha tempo de trocar de vestes, preferia utilizar sua roupa de combate, uma roupa ninja negra. A roupa era feita um couro quase rígido, para não limitar os movimentos. Ao contrário de roupas ninjas tradicionais essa vestimenta não cobria a cabeça de Sayuki, e ele usava apenas uma máscara negra para esconder o rosto, isso quando se lembrava de colocá-la.

Os cabelos sempre ficavam em evidência, mesmo porque dado o comprimento deles, era impossível escondê-los em qualquer elmo, capacete ou capuz. Fazer isso obrigaria Sayuki a perder horas fazendo coques com o cabelo, e depois de anos sendo caçoado por seus amigos quando tentava, o obrigou a desistir desse procedimento demorado e nitidamente inútil: o cabelo dele SEMPRE se soltava durante as lutas, se embolava dentro do elmo e o fazia sofrer acidentes dos mais engraçados quando ficava com a visão obstruída. Trovões em dourado apareciam nos detalhes da veste ninja. Sobre as roupas (qualquer uma delas) podia ser vista em seu braço direito uma manopla negra com uma gema pálida incrustada nela, a gema do deus do trovão.


Naquele momento Sayuki vestia sua roupa de combate, e raios percorriam todo seu corpo. Sayuki estava furioso, e isso era algo raro naqueles tempos. Tudo a sua volta o irritava, principalmente o sorriso doentio de Tempestri. Hoje Sayuki tinha certeza que levaria alguns dentes para casa e colocaria no seu quarto de troféus em posição de destaque.

- Finalmente o círculo está completo. - Comemora Tempestri, jogando Kaira aos pés de seus amigos, e deixando Kharma a socorrer.
- O quê você fez... O QUÊ VOCÊ FEZ? - Urra Sayuki, vendo o sangue que pingava por todo o lugar, os restos mortais de Akkira e o estado de Kaira.
- Eu? Nada demais... - Fala Tempestri, enquanto fazia surgir duas espadas em suas mãos e as encravava no chão. - Menos até do que farei a vocês três!

Tempestri voa rápido na direção de Kharma, que de todos os presentes era aparentemente a mais fraca. E também porque sabia que ferí-la daria a possibilidade de irritar mais ainda o deus do trovão. Sayuki impede seu avanço, sacando a sua espada e colocando-se na frente de Kharma. Tempestri pousa e gesticula para Sayuki, o chamando para o combate. Sayuki aceita o chamado e salta em direção de Tempestri, brandindo sua espada. Faz um arco perfeito de cima para baixo e acerta o ombro de Tempestri com habilidade, abrindo um rasgo luminoso em seu corpo. Tempestri coloca a mão no ombro e dá passos para trás, parecendo ter se ferido. Sayuki sorri por dentro e tem a confirmação de sua impressão: Kaira amaciara Tempestri, o que era melhor para todos, menos para o maldito ser.

Sayuki agora traça um arco lateral com sua espada e dilacera a barriga de Tempestri, que gira no ar e cai no chão sem se mover muito. Tempestri parara de sorrir e parecia cada vez mais abatido. Sayuki, ao contrário, sentia-se cada vez mais forte, muito mais forte. O deus maligno se levanta e aponta a mão para Sayuki, soltando um trovão contra o deus do Trovão. Sayuki abre sua guarda e leva o ataque de peito aberto, absorvendo para si toda a energia extra.
- Idiota! - Berra Sayuki. - Eu sou o Deus do Trovão! Isso é inútil, seu verme!
- Droga... - Lamenta Tempestri, cambaleado e deixando o chapéu cair no chão, por causa de sua fraqueza aparente.

Sayuki transforma-se em um raio e atropela Tempestri, levando-o até as paredes do saguão. Tempestri é imprensado com violência e cospe um pouco de sangue. Sayuki sente-se satisfeito consigo mesmo, pois não demoraria muito e arrancaria a cabeça desse verme. O deus do trovão volta à forma humana e dá seguidos golpes e estocadas com sua espada. Tempestri era um completo saco de pancadas naquele momento, e Sayuki estava se sentindo mais e mais poderoso, e completamente confiante. A armadura de Tempestri se desfaz, deixando o peito nu e repleto de cortes exposto. Tempestri tomba de joelhos no chão e vomita sangue. Até mesmo Gigantus e Balzac observavam a cena com desespero, pois a surra é bem grande, e tentavam se arrastar para salvar o mestre e a eles mesmos. A morte de Tempestri era a destruição para ambos.
- Vamos, deus do trovão... Termine isso logo... Aproveite... - Balbuciou Tempestri, olhando para os olhos cheios de si de Sayuki. - Sou fraco demais para enfrentá-lo... Se não fosse aquela maldita mulher... Eu teria conseguido...
- Verme! Você vai aprender a nunca mais brincar com nossa Legião! - Berrou Sayuki, erguendo sua espada para o golpe final.
- Eu já aprendi...

Ele não dá atenção a ironia na voz de Tempestri e traça o arco final de sua espada, que desce afiada e veloz em direção do pescoço do maldito. Quando faltavam menos que dez centímetros para o corte derradeiro, Tempestri desvia e segura a espada em suas mãos. Sayuki não faz por menos e a eletrifica. Raios colossais saem descontrolados de seu corpo, atingindo de forma violenta a tudo que estava naquele saguão. Sayuki vê apavorado quando os imensos raios atacaram de surpresa Kaira e Kharma, as jogando em outros raios e contra as paredes diversas vezes. Tenta em vão controlar os raios, e ao invés disso libera mais e mais energia, destruindo tudo naquele saguão. Não sabia como, mas estava poderoso demais, e sem qualquer controle de seus poderes. Quando finalmente consegue cessar seu descontrole, já é tarde demais. Kharma e Kaira estão caídas no chão, no mínimo inconscientes.

Tempestri ainda segurava a espada e para a surpresa de Sayuki se levantava sem aparentar nenhum ferimento anterior ao mesmo tempo em que uma armadura prateada surge cobrindo seu corpo. Agora o visual de Tempestri mudou sensivelmente. Ao invés de uma armadura de couro, traja uma bela armadura prateada, com detalhes negros. Uma enorme capa azul podia ser vista e seu chapéu de palha deu lugar a outro de forma igual, mas feito também de metal. Sayuki começa a sentir uma pressão de ar forte, vinda de Tempestri, como um furacão tentando levá-lo para longe, mas não saía do lugar porque Tempestri aparentemente o segurava. O sorriso antes desaparecido volta ainda mais largo, como se isso fosse possível.
- Não disse que aprendi, idiota? - Fala Tempestri, olhando fundos nos olhos agora incrédulos de Sayuki. - Nós dois sabemos que ao contrário de Kaira e Akkira, nós nunca nos enfrentamos... Sei que anos atrás algo parecido comigo tentou contratar você quando era um mercenário em Drax, e não obteve sucesso. Sinto-me ofendido por não me conhecer ou ter ouvido falar de mim... Ultrajante que seu mestre Fonah não tenha avisado a meu respeito... Deve ser porque depois do que Akkira, Kaira e outros fizeram, minha versão modificada tenha optado por um caminho, digamos, mais indigno do nome "Tempestri"...
- Eu vou te matar... - Ameaça Sayuki.
- Creio que não... Entenda uma coisa, jovem, eu posso não ser mais antigo, mas sou bem mais experiente que você. Ao contrário de vocês, eu costumo pesquisar sobre meus adversários, e sobre adversários famosos que nem vocês, é extremamente fácil de se obter informação. Sabia de antemão do que cada um de seu grupo era capaz antes de enfrentá-los, quais seus pontos fortes e quais fraquezas explorar. Sei sobre cada um de vocês talvez até mais que vocês mesmos. Ao contrário dos Seguidores do Dragão, que primavam pelo potencial individual ou pela união dos poderes deles, vocês são conhecidos por serem mais unidos e trabalhem em equipe. Seguidores agem em blocos ou panelinhas, e vocês em equipe. Concluí que enfrentá-los separado é mais vantajoso. A sua fraqueza mais fácil de explorar: você é impulsivo. Dentre os guerreiros de seu grupo, Akkira era infantil, idiota e confiante demais, você não tem essas características, apesar de aparentemente demonstrar as possuir. Você luta sempre sério, e durante a luta sua fúria aumenta mais e mais sempre, principalmente sabendo onde provocar, e chega até o ponto de agora, quando fere seus aliados sem se importar com nada.
- Mas só os feri agora... - Fala Sayuki, justificando-se mais para si mesmo que para Tempestri.
- Tem certeza disso? Olhe para si... Não se sente ainda mais poderoso que de costume? Eu o alimentei indiretamente, dei-lhe mais forças do que estava preparado para lidar no momento atual... Você já feria as mulheres antes mesmo de arremessá-las com os raios. Kharma chegou aqui inteira, então porque ela não conseguiria proteger a si e a Kaira de seus trovões? Simples, ela estava bastante ferida. Exatamente do mesmo jeito que fiz com Kaira, mas dessa vez dei esse luxo a você. O grande herói massacrou suas amigas... Pode ser que Kaira esteja morta, talvez até mesmo Kharma, e tudo isso porque coloquei comida no prato, você se fartou, e quando foi ver era tarde demais...
- Cale a boca! Cale a boca! - Interrompe Sayuki, completamente furioso. - Eu não fiz nada a elas, foi você! Foi você! Eu vou te matar!
- Vai fazer o que? Show de luzes? Coloque uma coisa em sua cabeça, se é que existem miolos debaixo desse ninho de piolhos: NADA do que fizer vai me ferir, você é parte dos elementos que manipulo... NENHUM de seus ataques vai me ferir, nem mesmo os seus berros histéricos.

Sayuki se deixa levar por sua fúria e libera seu poder. As forças que absorvera saem de seu corpo na forma de uma coluna de eletricidade e singram aos céus, rasgando mais ainda o teto do local. Tempestri se espanta e antes que possa se proteger, o punho fechado de Sayuki já está esmigalhando sua boca. "Eu não sou nenhum 'maguinho', eu sou um guerreiro... Sayuki, o grande herói!", berrou Sayuki, enquanto Tempestri se deslocava em direção a parede. Tempestri gira no ar, apoia seus pés na parede e novamente não vê quando Sayuki surge e o acerta na boca do estômago com um golpe violento usando o cabo da espada. Tempestri gira no ar, e Sayuki gira sua espada fazendo um rasgo profundo na armadura de Tempestri, que cintila e racha. Enquanto está caindo no chão, Tempestri vê um dragão de luz branca percorrer o saguão velozmente, e desaparece em seguida. Tempestri sorri com o canto da boca.

O deus do trovão reaparece acima de Tempestri e dá-lhe uma pisada fortíssima na cabeça, o enterrando no chão. Tempestri procura e tenta segurar os pés de Sayuki, mas quando suas mãos chegam próximas, Sayuki já havia voado até o teto, tomado impulso e descia como um míssil sobre Tempestri em uma nova pisada, dessa vez no tórax do vilão. Tempestri afunda ainda mais no chão. Muita poeira é levantada, e o mais surpreendente é tudo acontecera em menos de um segundo, dada a altíssima velocidade que Sayuki tinha naquele momento.

Tempestri está no chão vomitando sangue e cuspindo dentes, completamente zonzo e sem conseguir se levantar. Aproveitando a pequena pausa, Sayuki voa até sua esposa Kharma e sua amiga Kaira, que continuam desmaiadas. Os ferimentos causados pelos ataques indiretos do deus do trovão parecem ser graves, constata Sayuki. Um pouco de remorso pousa em sua mente quando escuta um irritante "tic-tac". Procura pela fonte do som e nada encontra. Repara finalmente que tudo a sua volta estacionara. A poeira para de baixar, Tempestri aparentemente para de se mover e até as mulheres estavam mais imóveis do que poderiam. Mas ao invés de se preocupar, Sayuki sorri.
- Apesar de controlar o tempo, você sempre chega atrasado... - Comenta Sayuki, para o vento. - Ou foi proposital?
- Cheguei, não é? - Responde uma voz invisível, vinda de todas as direções. - De que importa a hora em que chego, se eu cheguei? Quer que eu vá embora?
- Não, quero que proteja as meninas, eu vou levar esse verme para muito longe daqui... Mas nunca se sabe... E Akkira? Conseguiu fazer algo? Ao menos tentou?
- Não consegui nada... Há algo impedindo de voltar a buscá-lo, não sei ainda o que me impede, mas quando descobrir eu resolverei isso.
- Admita, você não está sendo impedido de fazer... Você não está é conseguindo. Seu azar é muito grande! Sempre que tenta fazer algo, nunca consegue, e quando consegue ou é tarde demais ou é quando não precisamos mais...
- Mas no momento não é falha minha, eu acho... Agora tome cuidado, que o "sorriso" está usando esse momento também a seu favor...
- Como assim? Ele também controla o tempo?

A resposta de Sayuki vem rápida, súbita e no formato de um joelho. Aproveitando-se também da pausa, Tempestri recupera o fôlego e voa de joelho em riste na direção do deus do trovão, que sequer percebe a aproximação do inimigo. Sayuki é atingido em cheio e voa pelo saguão em direção a parede, mas consegue parar antes de se chocar contra a parede. Entretanto, antes que possa erguer novamente sua espada vê uma esfera luminosa voar em sua direção. A esfera tem pelo menos uns dois metros de diâmetro e parece ser feita de pura eletricidade. Sayuki sorri quando a vê, estufa seu peito e a recebe de bom grado. Um milésimo antes de a esfera tocá-lo, percebe que cometeu um terrível engano, mas é tarde demais para desviar. Ele é atingido e a esfera explode revelando ser composta de magia, e não de eletricidade. Sayuki cai de joelhos no chão muito ferido. Tempestri surge diante dele e dá-lhe um chute forte na cabeça o fazendo rolar pelo chão.

Sayuki cai no chão zonzo, e Tempestri começa a pisoteá-lo. Sayuki sente-se imóvel, como se a estranha esfera estivesse exercendo algum efeito mágico que o aprisionasse. "Gostou? É magia básica: Imobilização...", comenta Tempestri enquanto continua a pisoteá-lo. Sangue começa a escorrer da boca de Sayuki lentamente. Algo havia de estranho naquele golpe além de uma simples magia de imobilização, pensa Sayuki, e ele então decide novamente apelar às suas forças divinas para resistir. Tempestri pára subitamente de chutar ao mesmo tempo em que Sayuki se cerca em uma bolha de eletricidade e se levanta. O maléfico deus sorri satisfeito pelo bom combate, mas não desiste de provocar:
- Só isso? - Comenta Tempestri. - Pensei que lutasse a sério...
- Eu sempre luto a sério... - Responde Sayuki.
- Então essa piada que vivenciamos até agora era você lutando a sério? - Ironiza Tempestri. - Vou ser sincero, a única parte de meu corpo que feriu até agora foram meus ouvidos, Kaira fez mais comigo do que você fez até o momento, ela só não me encheu a paciência... Pelo menos no quesito histeria você está realmente perfeita. Uma perfeita histérica.
- Idiota. - Ofende Sayuki.

Tempestri ignora a ofensa e desaparece, mas não sua presença. Sayuki continua invocando o máximo de suas forças. A dificuldade em fazer isso é imensa. Ele está invocando as forças das almas, uma força que usa pouco porque prefere utilizá-la como último recurso e usá-las o cansa demais. Só precisa de tempo, e se o tiver ele vai acabar com Tempestri ou morrer tentando. De repente sente alguém cutucar seu ombro direito. Olha para trás e vê Tempestri do seu lado, dentro de sua barreira. "Bu!", diz Tempestri, parecendo não se incomodar com nada ali dentro. "Impossível... Ele não deveria conseguir passar... Não fiz a barreira com eletricidade alguma... Usei as forças das almas... Ele não deveria atravessar essas forças...", pensa Sayuki enquanto vê Tempestri cruzar os braços e se encolher.

"O que ele planeja? Porque se encolhe?...", continua pensando o deus do trovão, sentindo algo estranho estar prestes a acontecer e uma enorme força se concentrar no inimigo. Tempestri se abre subitamente, voando e esticando braços e pernas. Uma luz branca forte cobre todo seu corpo. E, finalmente, de sua boca saem duas palavras das quais Sayuki jamais esquecerá... Se sobreviver.
- Explosão Titânica!



Continua no próximo...

13 comentários:

  1. Olá!
    Sou sim...hehe

    Obrigado pela visita nu meu blog!
    Os seus textos continuam arrasando!

    Bjo

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  2. Bela pancadaria!
    Agora é aguardar a continuação e o desfecho!

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  3. É sempre bom aprender com quem sabe.
    Parabens. Estarei aguardando a continuação.

    um abraço.

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  4. adoreiiiii seu blog





    http://hotspotfortaleza.blogspot.com/

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  5. não é bem meu estilo de fic mas...
    achei bem escrito e preciso (:

    flw
    http://evercandy.blogspot.com/

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  6. Sabe o que gosto nos seus contos?
    É que entro no clima e comtinuo o jogo mentalmente....
    Muito bom mesmo!!!1

    Aquardando a continuação

    Huaeashshshhs!!!!!!!


    []s L.Sakssida

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  7. Desculpe-me. Coloquei lá na comu do orkut comentando, mas vejo que terei que ler as postagens anteriores para entender esse fim apocalíptico!!!

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  8. Muito bom seu texto e narração.
    Esta imagem final me lembrou a famosa Rosa de Hiroshima.

    Parabéns.

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  9. fica dificil comentar sem estar acompanhando desde o inicio...
    mas vou procurar ler os outros assim que tiver um tempinho a mais...
    grande abraço, blog parceiro!

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  10. Nossa muito bom!

    Dá até para imaginar as lutas do jeito que tu as descreve...

    Não li todas partes da história, mas pelo jeito esse Tempestri é fodão né? xD

    Bem legal,lerei a continuação.

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  11. Post bem grande mas seus textos sao bons
    e termina logo o livro aí :p

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  12. Gosto do lirismo das tuas palavras e a forma que vc tem de deixar o leitor instigado...

    só acho q deveria ser um pouco mais curto seus contos! xD~~

    http://duduinferninho.zip.net/

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  13. meu unico comentario é:

    coça que essa doeu

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