Contos - SdD - O Tempo Passa, Tudo Passará... pt. VII

Agora há um novo adversário para Tempestri, e esse pode ser ou não perigoso. Será que dessa vez alguém conseguirá fazer algo contra ele? Respostas nesse empolgante capítulo, onde finalmente as coisas começam a melhorar... Ou não.




O Tempo.

Ele avança cruel e sem escolher quem poupará ou quem levará. Aliado da entropia, e do fim. O tempo é uma medida variável e inconstante, dependendo muito mais de nossa percepção dele do que necessariamente da medição que fazemos. O tempo pode se arrastar quando estamos presos em uma fila ou ir rápido quando estamos felizes. Por sinal, a tristeza e o tempo andam juntos, quanto maior a tristeza, mais lento parece correr o tempo.

Podemos medir o tempo de diversas formas, seja com relógios de sol, de corda, digitais ou mesmo uma reles ampulheta. Ele sempre passa, não importa quanto demoremos em algo, o tempo não espera. Ele é cruel e ao mesmo tempo justo. O que seriam de nossos traumas sem o tempo para apaziguá-los? O que seriam de nossos ferimentos sem o tempo para curá-los?

Tempo, tanto carrasco quanto apaziguador, mas ao mesmo tempo uma forma indomável a qual jamais entenderemos como funciona e porque funciona. Mas enquanto pensamos nisso, o tempo apenas passa... E o tic-tac da existência nunca pára.



- Então você se julga capaz de fazer o que pelo menos dois de seus não conseguiram? - Provoca Tempestri.
- Sim. - Responde Yoshimitsu, seco e frio.
- Então, comece... Melhores tentaram e ainda estou aqui. Vejamos do que você é feito... Vou te virar do avesso.

Tempestri voa em direção de Yoshimitsu e dá um soco forte com seu punho direito no rosto do mago que dá alguns passos para trás. Em seguida emenda mais um soco, dessa vez com o punho esquerdo, e continua a seqüência, enquanto vai aproximando lentamente seu adversário até a borda da cratera. Yoshimitsu apanha o tempo todo, sem reagir, quando de repente o relógio de bolso dá um estalo. Tempestri congela, e tudo mais em torno dele, exceto Yoshimitsu. O mago senta e espera, enquanto cura os ferimentos. Quando está completamente curado, caminha até a borda oposta, concentra uma enorme bola de fogo e dispara contra o deus ainda estático. O tempo volta a correr e Tempestri e atingido em cheio pela bola de fogo, desequilibra-se e atinge em cheio a parede.

O vilão encontra Yoshimitsu na borda oposta e voa o mais rápido que consegue de joelho em riste. Quando está para atingi-lo, Yoshimitsu desaparece e reaparece atrás dele disparando outra bola de fogo. Tempestri queima tanto em corpo quanto em alma, está furioso. O maldito mago o acertou mais vezes do que deveria, e parece satisfeito com o que faz.

Na verdade Yoshimitsu está preocupado. Até aquele momento tudo deu certo, espera que continue dando certo. Ele vê Tempestri disparar um trovão em sua direção, novamente o relógio estala e tudo congela. Com calma voa até Sayuki, que está no chão quase agonizante e o coloca como escudo para o trovão. Sayuki parece uma estátua, pesada, mas Yoshimitsu tem muito tempo para conseguir isso. Ele encosta Sayuki no trovão estático e deixa o tempo fluir. Sayuki é atingido em cheio pelo trovão e cai coberto de fumaça no chão. Tempestri vê com espanto quanto Sayuki surge nas mãos do mago e é usado como escudo. "Esse mago está passando dos limites...", indaga Tempestri.

Sayuki desperta no chão sentindo parte de suas forças revigoradas. Não sabe como aconteceu, mas está sentindo-se quase bem. Seu corpo não mais sangrava e os cotos dos braços arrancados começavam a se regenerar. Não demoraria muito e poderia continuar sua luta contra Tempestri. Estranhou que estivesse vivo, e procurou rapidamente por seu adversário, encontrando primeiro Yoshimitsu. "O que ele está fazendo aqui... Ele está lutando?", espanta-se, vendo que diante de seu amigo está Tempestri.
- Está bem, conseguiu minha devida atenção... - Fala Tempestri. - Admito que o subestimei muito, mas compreenda, quando procurei por relatos a seu respeito o que mais escutei foi a palavra "azar"... É natural que fizesse pouco de um Senhor do Tempo de sua estirpe.
- Aonde quer chegar com isso? - Pergunta o mago. - Não vai conseguir me irritar como fez a meus amigos...
- Eu? Longe disso querer irritar um Senhor do Tempo... Eu sei as conseqüências que podem trazer isso, eu posso de repente me lembrar de você me estrangulando quando criança, e desaparecer daqui, mas como você não é um Letaran da vida... Não creio que usará tal artimanha, talvez outras. Chega de enrolar, eu quero apenas que compreenda uma coisa, eu vou te matar como fiz a Akkira. Você pode estar quebrando evidentemente alguma regra ou não de sua irmandade, mas eu vou quebrar você, cortar em pedaços e entregar cada um aos outros Senhores do Tempo... É uma promessa.
- Eu te destruo antes.

Yoshimitsu tornou a parar o tempo, voou até Tempestri e começou a se concentrar. Precisava concentrar o máximo de suas forças nesse ataque, tornaria sua bola de fogo tão quente que Tempestri seria desintegrado antes de poder escapar. Concentrou por tanto tempo e tão forte que se o tempo estivesse correndo normalmente teria levado pelo menos dez anos concentrando. Quando o calor da esfera assemelhava-se a um pequeno sol, ele a liberou. Quando a esfera de fogo estava para encostar em Tempestri, o maldito desapareceu, para espanto de Yoshimitsu.

"BU!", falou Tempestri nos ouvidos de Yoshimitsu enquanto a esfera de fogo ia para os céus e explodia no infinito, longe do alvo. Yoshimitsu estava desesperado e fraco, sem entender como Tempestri se movia. Quando tentou girar o pescoço para ver seu rival, Tempestri havia desaparecido. De repente travou no ar. O tempo voltou a correr, enquanto Sayuki lentamente começava a esquecer que um dia tinha conhecido Yoshimitsu e via em paralelo o corpo de seu amigo se tornar translúcido e desaparecer.



Aconteceu há vinte anos atrás...

O homem vestia uma bela armadura prateada, e portava um largo e aparentemente pesado chapéu circular que lhe escondia o rosto. Uma enorme e nobre capa azul era sutilmente carregada pela brisa de Gaular. O homem chegou a cidade as dez da manhã daquele dia e foi direto para a taverna. Sentou-se e pediu ao taverneiro com educação que lhe servisse uma taça do melhor vinho da região. Era nobre, como todos podiam ver, mas havia algo que os arrepiava. O homem bebeu o vinho de um gole só e pagou ao taverneiro com mais dinheiro do que precisava. O vinho custava cinco moedas de bronze, mas o homem pagou com dez moedas de ouro.
- Fique com o troco... Aproveite durante o resto de sua vida. - Falou o homem, enquanto se encaminhava para a saída.
- Mas é muito! - Falou o taverneiro, ostentando honestidade.
- Não precisa... A vida é curta demais para me preocupar com essas coisas mundanas.

O homem saiu da taverna e um brilho pôde ser visto em seus olhos. Em menos de um segundo o tempo fechou, e era dia sem nuvens, e um enorme trovão veio dos céus e destruiu toda a taverna. Ninguém escapou vivo. "Eu disse que a vida era curta demais...", falou o homem, enquanto se dirigia para uma cada onde nela residiam dois fazendeiros e seu filho único.

Yoshimitsu tinha cinco anos de idade nessa época. Em sua mente nunca pensava que um dia seria mago, sequer senhor do tempo. Vivia uma vida pacata na vila de Gaular, no imenso continente de Draxan, em Drax. Seus pais eram fazendeiros a serviço do Rei e recebiam uma boa soma em dinheiro sempre, o que lhe permitia uma vida confortável e seria esse dinheiro que tornaria possível seu treinamento como mago e posterior evolução. Um de seus maiores amigos nessa idade era o também jovem Akkira, que tinha seis anos de idade. Eram bons tempos, até a chegada de um forasteiro em sua casa.

Os pais abriram a porta e viram surpresos a chuva que caía e a fumaça que vinha da taverna recém destruída. Não tinham escutado um som sequer, e agora viam os gritos da população e o corre-corre para tentar conter o incêndio que poderia consumir grande parte da capital do Reino. Por um instante ignoram o enorme homem de armadura prateada que está diante deles, mas rapidamente percebem a gafe e lhe dão atenção.
- Desculpe, meu senhor, mas o fogo nos tomou atenção... - Diz o chefe da casa.
- Não desculpo.

O homem estica seu braço direito e coloca seu dedo na testa do homem, em seguida um trovão sai do dedo e a cabeça do homem é desintegrada. A mulher tenta correr, mas é repelida pelo misterioso homem que surge na sua frente. Ele agarra o pescoço da mulher e o quebra, a arremessando contra os móveis da sala e o corpo do marido. O pequeno Yoshimitsu escuta sons estranhos vindo da sala e corre para ver o que é. "Será uma festa?", pensa o jovem.Ao chegar dá de cara com a cabeça morta de sua mãe e com o cadáver decapitado de seu pai. Berra de horror e tristeza, e abraça a mãe, sem entender o que acontece. Toca o rosto dela e não sente nenhuma reação.
- Mãe? Mãe... Acorda mãe... Aconteceu alguma coisa com o papai! Mamãe?
- Sua mãe se foi, Yoshimitsu... - Diz o homem, pegando o menino pela cabeça e o erguendo.
- Quem é você, homem mau?
- Você iria me conhecer, sou Tempestri, e vim para te dar algo...

Tempestri ergue o chapéu e mostra seu rosto para a criança. Há muito tempo que não devora almas puras, e essa tem um gosto especial. Dois fachos de luz avançam lentamente em direção aos olhos da criança, que grita e pede por ajuda. Alguns habitantes locais se aproximam da casa e tentam fazer alguma coisa, batendo nas costas de Tempestri com paus e pedras. "Sumam, vermes...", diz Tempestri, quando um raio sai de suas costas e arrebenta as paredes da casa com os corpos das pessoas que tentavam ajudar a criança. Quinze pessoas morreram sem entender o que acontecera. O alarme da cidade é soado. Tempestri interrompe o que está fazendo e decide que vai se divertir e eliminar outros males locais. Coloca Yoshimitsu debaixo do braço e começa a caminhar, quando uma pequena criança para diante dele, mas não é uma criança normal.

A criança aparenta ter onze anos e veste roupas de mago muito coloridas, com predominância das cores verde e amarelo. Tem o cabelo azul e muito comprido, penteado com um pequeno topete, parecendo até aqueles penteados ridículos que mães costumam fazer nos filhos. Pendurado em seu pescoço tem uma corrente com um relógio do tamanho de sua cabeça, que apesar de parecer pesar muito o garoto nitidamente não se incomoda. Tempestri observa o garoto com desdém e decide ignorá-la e continuar tudo de onde parara.
- Não é sábio me ignorar, Tempestri... - Diz o pequeno. - Quer ir daqui a seu tempo normal com um ponteiro atochado?
- Vai fazer isso mesmo? Intervir? Senhores do Tempo não intervém jamais... Eu sei disso, Ragnar. - Fala Tempestri, enquanto aperta o pescoço do pequeno.
- Se necessário, intervimos, e nesse caso faço questão... Você quer ver do que sou capaz quando estou irritado?

Tempestri pensa em avançar, mas pondera. Recorda-se que esse senhor do Tempo em específico pode realmente ameaçá-lo. Educadamente coloca a criança no chão e a deixa fugir, antes perder uma batalha que a guerra. Ele quer muito mais do que simplesmente matar Yoshimitsu, pode matá-lo de outra forma. Ragnar observar Tempestri desaparecer e quando sente que ele se foi, parte em seguida. O pequeno Yoshimitsu é acolhido por uma família local, por indicação do Oráculo local, anos depois do incidente é enviado por seus tutores para aprender magia em terras longínquas.
- Ele tem um enorme futuro na magia... - Diz o Oráculo.
- Tem certeza? - Pergunta o tutor. - Ele ficou tão medroso depois daquele dia. Se não fosse o senhor, ele teria morrido. O que falou para aquele assassino?
- Nada demais... Nada demais...

Yoshimitsu é entregue aos cuidados do Oráculo e deixado posteriormente em uma escola de magia adequada. E os anos passam...



- VOCÊ MATOU MEUS PAIS! - Berra Yoshimitsu, sendo escutado em todo o mundo do Monarca das Trevas, e em diversas linhas do tempo.
- Ah, lembrou... - Ironiza Tempestri, poucos segundos depois de retornar sem sucesso de sua tentativa de assassinato.

Yoshimitsu está descontrolado e seus poderes ressurgem ainda maiores. Ele vai ferir esse ser de qualquer jeito, mesmo que lhe custe a vida. Sem se dar conta que metros abaixo de si está Sayuki, ainda ferido, mas se recuperando, concentra toda sua magia em um enorme e colossal raio. Tempestri, ainda trajando sua armadura, estica a mão direita e uma esfera de luz branca começa a se manifestar em sua palma. Yoshimitsu aponta suas duas mãos em direção de Tempestri e um turbilhão de energia mágica é disparado. Tempestri imediatamente libera a energia que está consigo.

O turbilhão acerta Tempestri e o joga violentamente para dentro da cratera. Yoshimitsu ignora solenemente a esfera de energia que traça uma enorme curvatura apenas para escapar do turbilhão e o acerta nas costas, o jogando na mesma direção que Tempestri foi. Yoshimitsu aproveita a velocidade da queda e se transforma em uma bola de fogo, e avança descontrolado na direção de seu inimigo.

Na cratera, já no chão, Tempestri está caído no chão, aparentemente inconsciente. De repente ele gesticula com suas mãos no exato momento em que Yoshimitsu está para atingi-lo. E dois pequenos raios passam rápido pela bola de fogo, a atravessando e a dividindo em duas. Yoshimitsu é fatiado por algo que não sabe o que é, mas que consegue impedi-lo de atacar. Seu corpo divide-se e cai no chão completamente descarregado e distante de seu relógio, que foi arrancado de suas mãos por um segundo ataque simultâneo ao que o fatiou. Tempestri levanta-se, e vai até a borda da cratera onde nela estão cravadas suas duas espadas.
- Elas sempre me seguem... Não importa onde as deixe. - Brinca Tempestri, enquanto as embainha e prende no cinturão. - Sente dor, não? Suas pernas ainda tremulam.
- Droga... Droga... - Lamenta Yoshimitsu.
- Não se preocupe, não será o primeiro que matarei hoje. E pelo visto você sequer se importou com seu amigo, né?

O mago olha para os lados e apenas vê muita fumaça e poeira, mas nenhum sinal de Sayuki. Um sentimento de ódio toma conta de si mesmo e sente-se mais culpado que ferido naquele instante. Cego pela raiva nem lembrou de seu amigo, e jogou seus poderes todos ali, naquela cratera, sem nenhum critério. Agora Sayuki parecia estar morto.
- Vamos, me mata logo... - Suplica Yoshimitsu, com lágrimas nos olhos.
- Acho que vou te deixar vivo para conviver com a vergo...

Tempestri não pôde completar sua frase, uma mão forte enterrou-se em sua boca. A mão de Sayuki. Tempestri deu passos para trás e tentou fazer algo quando uma mulher de cabelos ruivos, Kaira, passou diante dele, colocou as mãos em seus olhos, e invocou nelas uma fortíssima luz que cegou-o. Tempestri colocou a mão no rosto enquanto vinda do alto uma outra mulher, Kharma, descia com as mãos nuas, mas parecendo segurar uma espada. Tempestri foi atingido nas costas em cheio e caiu de joelhos no chão.

Sem dar tempo de recuperação, Sayuki sacou sua espada e encravou-a no pescoço de Tempestri, uma das poucas áreas de seu corpo que não era coberta pela armadura. Tempestri segurou a lâmina, mas antes que pudesse fazer algo, Kaira surgiu atrás dele e chutou-lhe a nuca, forçando e encravando ainda mais a espada, que saiu por suas costas. Kharma pulou no ombro de Sayuki e desceu traçando um novo arco com suas mãos nuas, de cima para baixo e foi aparentemente cortando todo o corpo de Tempestri até cair no chão

Sayuki aproveitou , girou a lâmina da espada e traçou um movimento lateral que o decapitou. A cabeça de Tempestri desprendeu-se do corpo e o inimigo caiu no chão imóvel. Um turbilhão de luz saiu do rombo aberto e foi para os céus espalhando-se em um espetáculo que iluminou a tudo num raio de pelo menos cem quilômetros. Quando a energia se dispersou, o corpo de Tempestri estava no chão completamente apodrecido, parecendo que tinha morrido há anos. Sayuki limpou sua espada e a embainhou.
- Está feito... - Falou Sayuki, cuspindo no corpo de Tempestri. - Isso foi pelo Akkira.
- Vamos tentar salvá-lo... Ainda pode dar tempo. - Falou Kaira.
- Vamos. - Disse Kharma.

Os quatro ajudaram Yoshimitsu a se recuperar e ambos foram o mais rápido que podiam até o saguão onde os restos mortais de Akkira estavam. Ao chegarem viram que Balzac e Gigantus estavam caídos no chão, aparentemente mortos, e no mesmo estado que o corpo de Tempestri. Respiraram aliviados com a certeza da morte do adversário e começaram os preparativos para tentar ajudar o amigo, nem que fosse para enterrá-lo.
- E agora? O que fazemos? - Perguntou Sayuki.
- Não sei... - Disse Kaira.
- Nem eu. - Completou Kharma.
- Não olhem para mim, eu posso quebrar um galho, mas isso é demais... - Falou Yoshimitsu. - Nem corpo nós temos para isso.
- Corpo não quer dizer nada... - Comenta Kharma, olhando para Sayuki e vendo-o corar sem graça.

Sem ter muito a fazer começam a recolher as coisas de Akkira quando escutam um som. A espada se ergue no ar e uma quantidade absurda de areia começa a surgir vinda de todos os lados. Aos poucos o corpo de Akkira começa a se regenerar e em menos de um minuto ele está em pé, diante de todos, completamente satisfeitos e felizes, o amigo estava vivo. No entanto, Sayuki repara que algo está errado, Akkira está cabisbaixo, e olha apenas para o chão. Nenhuma piada ou mesmo um comentário, está completamente silencioso.

Os demais começam a estranhar, principalmente Kaira. O rosto de Akkira se levanta, e ele olha para todos. Há tristeza em seu olhar, que se direciona diretamente para Kaira. Ele começa a chorar. Escutam passos e vêm quando Jamal aparece vindo pelo rombo do teto e se colocando ao lado de Akkira. Ele também parece triste.
- Vá pegá-los, Akkira... Você sabe quais são as ordens. É impossível resistir.
- Eu disse que não deveria voltar. - Lamenta Akkira, enquanto se posiciona para o combate.

E Akkira corre para lutar contra seus grandes amigos e seu grande amor... Em uma cratera longe dali, uma cabeça recém decapitada e jogada no chão começa a gargalhar.

Fim.

12 comentários:

  1. Oi amigos, sou eu do Blog !oohaY, estou tendo problemas com o servidor do blog, por isso criei o Planeta Web, onde vou escrever sobre Tecnologia, Internet e blogosfera e já te linkei por lá, se puder me linkar aqui ficarei feliz.
    Um abraço!

    ResponderExcluir
  2. A TVJAM é uma tv na web.
    O endereço é www.tvjam.com.br
    A Fernanda é apresentadora de diversos programas ;) Depois vou vir aqui com calma para ler este conto... é vc quem escreve? =**

    ResponderExcluir
  3. "Higor da cunha disse...

    to cum preguiça num vo le td naum"

    Preguiça de ser educado, a você deixo esse post, já que é idiota demais para ler que existe outro post em homenagem a seres que nem você: Se não vai ler, porque comenta?

    ResponderExcluir
  4. comento pq vc me chamou de caloteira!
    Caloteira não, mon cher... nem pensar...

    Fica calminho pq vc tá mto nervoso...
    eu ein?

    ResponderExcluir
  5. Mas não comenta por que leu, né?

    ResponderExcluir
  6. criativo esse título do blog.
    esses contos voce que cria???
    se for parabéns voce tem imaginação.
    meu filho adora ler mangá e quadrinhos japoneses.
    gosta também de desenhar.
    parabéns pelo blog.
    abraço.

    ResponderExcluir
  7. Muito bom texto. O tempo passa para tudo, so não passa para o passado. Alias os textos daqui são muito massa!

    ResponderExcluir
  8. O tempo é uma das únicas coisas que o homem teve a capacidade de criar e que hoje o escravizam...Além do trabalho, essa pode ser uma arma poderosa na mão de alguns, ou a ruína de outros...

    A única grande pena é que o tempo não para, a não ser no ontem... O hoje corre, e o amanhã se coça pra chegar...

    Um bom texto, e um ótimo espaço.

    Abraços

    ResponderExcluir
  9. Essa saga continua empolgante. O detalhe final da cabeça decepada que sorri, foi um toque de terror/humor bem bolado.

    ResponderExcluir
  10. seria esse o Deus aliado do Gigantus que ninguem sabia o conhecia, e que parece ter a capacidade de controlar outros??

    ResponderExcluir

Cuidado com sua postura ao comentar:
A responsabilidade pelas opiniões expostas nessa área é de de seus respectivos comentaristas, não necessariamente expressando a opinião da equipe do Pensamentos Equivocados.